31/10/2014 13:17
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Mário Gobbi rifou Mano do Corinthians para não ser traído outra vez
Ao anunciar em outubro que não renovaria com o técnico Mano Menezes, o presidente do Corinthians, Mário Gobbi, tomou uma decisão incomum no futebol brasileiro. Incomum e baseada sobretudo em decepções que teve com colaboradores muito próximos ao longo dos últimos dois anos. Alguns episódios ajudam a explicar por que o presidente do Corinthians fez o que fez.
1. A demissão de Tite
A essa altura do Campeonato Brasileiro de 2013, houve um consenso no Corinthians de que Tite não deveria continuar. O treinador havia conquistado tudo em 2012 e o diagnóstico era de que os jogadores estavam acomodados. A decisão foi tomada e anunciada como "de comum acordo" entre técnico e clube. A partir daí, mais de um dirigente vazou a versão de que a saída de Tite havia sido uma ideia do presidente - e não dos demais.
2. A contratação de Mano
Uma vez acertada a saída de Tite, era preciso substituí-lo. Cada um tinha seu preferido: Abel Braga, Oswaldo de Oliveira, Mano Menezes. Depois de alguma discussão, chegou-se à conclusão de que Mano era o melhor nome. De novo, circulou fora do clube que Mário Gobbi impôs seu nome preferido - versão que o presidente contesta.
Mário Gobbi não quer passar por tal situação de novo. Avisou que não renova com Mano e que o novo técnico deve ser decidido pelo próximo presidente, que assume em fevereiro do ano que vem. Não quer mais ser responsabilizado sozinho por decisões que foram tomadas em conjunto. É por isso diz - como disse nesta sexta-feira em entrevista publicada pelo portal iG - que "o Corinthians é complicadíssimo".
- O fogo amigo aqui é terrível. Uma coisa é oq ue se fala da boca para fora, para a imprensa. A outra coisa é o que se fala internamente aqui.
1. A demissão de Tite
A essa altura do Campeonato Brasileiro de 2013, houve um consenso no Corinthians de que Tite não deveria continuar. O treinador havia conquistado tudo em 2012 e o diagnóstico era de que os jogadores estavam acomodados. A decisão foi tomada e anunciada como "de comum acordo" entre técnico e clube. A partir daí, mais de um dirigente vazou a versão de que a saída de Tite havia sido uma ideia do presidente - e não dos demais.
2. A contratação de Mano
Uma vez acertada a saída de Tite, era preciso substituí-lo. Cada um tinha seu preferido: Abel Braga, Oswaldo de Oliveira, Mano Menezes. Depois de alguma discussão, chegou-se à conclusão de que Mano era o melhor nome. De novo, circulou fora do clube que Mário Gobbi impôs seu nome preferido - versão que o presidente contesta.
Mário Gobbi não quer passar por tal situação de novo. Avisou que não renova com Mano e que o novo técnico deve ser decidido pelo próximo presidente, que assume em fevereiro do ano que vem. Não quer mais ser responsabilizado sozinho por decisões que foram tomadas em conjunto. É por isso diz - como disse nesta sexta-feira em entrevista publicada pelo portal iG - que "o Corinthians é complicadíssimo".
- O fogo amigo aqui é terrível. Uma coisa é oq ue se fala da boca para fora, para a imprensa. A outra coisa é o que se fala internamente aqui.
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Postado por Willian - 4560 visitas - Fonte: GloboEsporte.com
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