3/5/2022 10:12
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Filho de Rincón agradece apoio da torcida corinthiana
Adversário do Deportivo Cali na quarta-feira, em jogo válido pela Libertadores, o Corinthians visita a Colômbia pela primeira vez desde o falecimento de Freddy Rincón, no último dia 14 de abril, aos 55 anos, após ferimentos causados por um grave acidente automobilístico.
Capitão do título mundial de 2000, Rincón sempre esteve na escalação do Corinthians de todos os tempos de muitos torcedores do Timão.
A identificação, causada pelos 158 jogos, 11 gols e quatro títulos conquistados (bi do Brasileirão em 98/99, Paulista de 99 e o Mundial da Fifa), desperta também na família um sentimento de gratidão ao Corinthians pelas muitas manifestações da carinho da torcida após a tragédia.
Aos 28 anos, Sebastián Rincón lembra com carinho da forma como o pai falava do Timão. Em conversa com o ge, o atacante do Barracas Central, da Argentina, falou sobre o laço do pai com o clube:
– Cresci vendo ele jogar pelo Corinthians. Lembro do Mundial, mas era muito pequeno. Lembro do orgulho que sentia de entrar em campo com ele, de ir aos treinos com ele. Depois de aposentado, ver como os corintianos o respeitavam, como o tinham como um ídolo no Memorial, como uma lenda. E depois do falecimento, o apoio que recebemos de toda a torcida. Isso foi muito especial e nos conforta muito. Meu pai fez as coisas muito bem no Corinthians e para sempre estará no coração corintiano.
Na seleção colombiana, Rincón marcou 17 gols em 84 partidas. Disputou três Copas do Mundo: 90, 94 e 98. Por clubes, venceu um paulista também pelo rival Palmeiras, em 1994. A história dentro do Corinthians acabou se tornando maior pelo seu protagonismo dentro da equipe alvinegra.
– A primeira coisa que passa na cabeça ao lembrar do meu pai no Corinthians é, sem dúvida, o Mundial que ganhou como capitão. A nível de clubes, foi o mais importante que conquistou, foi o que o marcou num clube tão grande como o Corinthians. Meu pai sempre dizia que, no Brasil e especialmente no Corinthians, o queriam igual ou um pouco mais que na Colômbia.
Antes do Timão, Rincón esteve no Real Madrid entre 1995 e 1996, mas sofreu enorme rejeição dos torcedores. Voltou ao Brasil em 1996 para uma segunda e apagada passagem pelo Palmeiras. Comprado pelo Corinthians em 97, reencontrou o Real em 2000.
– O Mundial no Corinthians foi especial, pois ele vinha rechaçado pelo tema do racismo no passo frustrado que deu no Real Madrid, e depois veio a encontrá-los neste Mundial de Clubes (empate por 2 a 2 na primeira fase). Depois enfrentam o Vasco na final com a grande equipe que tinham, creio que foi uma revanche que o futebol deu a ele, e uma grande felicidade para toda a nossa família também
Nascido em 1994, Sebastián morou com o pai no Brasil enquanto seus pais viviam um relacionamento. Depois, passou a frequentar o país em suas férias, onde acumulou memórias especiais sobre o Corinthians.
– Quando estava no Brasil e via o carinho da torcida do Corinthians por ele, me sentia muito orgulhoso e me dava conta de sua grandeza. Assim como quando fui ao Memorial do Corinthians e vi todos os títulos que conquistou e o respeito e o carinho que tinham por ele no clube. Meu pai jogou em muitos lugares e todos o queriam bem, mas ele sempre se sentiu muito identificado no Corinthians. Foi onde ganhou mais coisas e onde ficou por muito tempo – recorda-se.
Rincón, filho, Corinthians, 2022, morte
Capitão do título mundial de 2000, Rincón sempre esteve na escalação do Corinthians de todos os tempos de muitos torcedores do Timão.
A identificação, causada pelos 158 jogos, 11 gols e quatro títulos conquistados (bi do Brasileirão em 98/99, Paulista de 99 e o Mundial da Fifa), desperta também na família um sentimento de gratidão ao Corinthians pelas muitas manifestações da carinho da torcida após a tragédia.
Aos 28 anos, Sebastián Rincón lembra com carinho da forma como o pai falava do Timão. Em conversa com o ge, o atacante do Barracas Central, da Argentina, falou sobre o laço do pai com o clube:
– Cresci vendo ele jogar pelo Corinthians. Lembro do Mundial, mas era muito pequeno. Lembro do orgulho que sentia de entrar em campo com ele, de ir aos treinos com ele. Depois de aposentado, ver como os corintianos o respeitavam, como o tinham como um ídolo no Memorial, como uma lenda. E depois do falecimento, o apoio que recebemos de toda a torcida. Isso foi muito especial e nos conforta muito. Meu pai fez as coisas muito bem no Corinthians e para sempre estará no coração corintiano.
Na seleção colombiana, Rincón marcou 17 gols em 84 partidas. Disputou três Copas do Mundo: 90, 94 e 98. Por clubes, venceu um paulista também pelo rival Palmeiras, em 1994. A história dentro do Corinthians acabou se tornando maior pelo seu protagonismo dentro da equipe alvinegra.
– A primeira coisa que passa na cabeça ao lembrar do meu pai no Corinthians é, sem dúvida, o Mundial que ganhou como capitão. A nível de clubes, foi o mais importante que conquistou, foi o que o marcou num clube tão grande como o Corinthians. Meu pai sempre dizia que, no Brasil e especialmente no Corinthians, o queriam igual ou um pouco mais que na Colômbia.
Antes do Timão, Rincón esteve no Real Madrid entre 1995 e 1996, mas sofreu enorme rejeição dos torcedores. Voltou ao Brasil em 1996 para uma segunda e apagada passagem pelo Palmeiras. Comprado pelo Corinthians em 97, reencontrou o Real em 2000.
– O Mundial no Corinthians foi especial, pois ele vinha rechaçado pelo tema do racismo no passo frustrado que deu no Real Madrid, e depois veio a encontrá-los neste Mundial de Clubes (empate por 2 a 2 na primeira fase). Depois enfrentam o Vasco na final com a grande equipe que tinham, creio que foi uma revanche que o futebol deu a ele, e uma grande felicidade para toda a nossa família também
Nascido em 1994, Sebastián morou com o pai no Brasil enquanto seus pais viviam um relacionamento. Depois, passou a frequentar o país em suas férias, onde acumulou memórias especiais sobre o Corinthians.
– Quando estava no Brasil e via o carinho da torcida do Corinthians por ele, me sentia muito orgulhoso e me dava conta de sua grandeza. Assim como quando fui ao Memorial do Corinthians e vi todos os títulos que conquistou e o respeito e o carinho que tinham por ele no clube. Meu pai jogou em muitos lugares e todos o queriam bem, mas ele sempre se sentiu muito identificado no Corinthians. Foi onde ganhou mais coisas e onde ficou por muito tempo – recorda-se.
Rincón, filho, Corinthians, 2022, morte
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Postado por
Pedro Antonio Julião Cheni
-
5646 visitas - Fonte: globoesporte.com
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Ai precidente vc tem que fazer a estátua do Rincon