4/2/2021 08:25
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[ANÁLISE] Mancini acerta em barrar medalhões; Corinthians fica mais móvel e segue sonhando
A estratégia do técnico Vagner Mancini de barrar alguns dos medalhões do Corinthians e montar uma equipe mais móvel se mostrou acertada na vitória por 2 a 1 sobre o Ceará, nesta quarta-feira. Depois de três derrotas em quatro jogos, o Timão voltou a sair atrás no placar, mas desta vez teve força mental e bom desempenho para conseguir a segunda virada na temporada – a única até então tinha sido contra o Goiás, em 21 de dezembro.
Antes titular absoluto, Jô foi sacado para a entrada de Léo Natel. Formação parecida já havia funcionado no clássico contra o São Paulo, no fim do ano passado, quando o centroavante estava suspenso, e também em algumas partidas no período em que ele ficou machucado, sendo substituído por Gustavo Mantuan e Davó.
Mesmo sem um camisa 9, o desenho tático praticamente não mudou: uma espécie de 4-3-3 com a bola, com bastante participação ofensiva dos laterais, e um 4-4-2 sem a posse.
Essa não foi a única decisão de Mancini que chamou a atenção. Mesmo sem poder contar com Cazares, machucado, o treinador optou por deixar Luan no banco de reservas e dar nova chance a Ángelo Araos. Além de reforçar a perda de espaço do camisa 7, que não é titular há dois meses, a escolha pelo chileno fez com que o Corinthians tivesse ainda mais agilidade para atacar e fôlego para dificultar a saída de bola cearense.
Quem também foi barrado foi Ramiro. Desfalque na última partida por conta de um resultado falso positivo para Covid-19, o volante voltou a estar à disposição, mas ficou no banco de Cantillo.
Com espaço para jogar, o colombiano foi um dos destaques da partida, ditando o ritmo do meio de campo. Ele acertou 39 de 43 passes que tentou. Um deles iniciou a jogada do segundo gol.
O Corinthians foi melhor desde o início. Com passes rápidos, explorando sobretudo o lado direito, com Fagner e Mosquito, o Timão conseguiu levar perigo em chutes de fora de Araos e Otero. Léo Natel recuava bastante e caia pelos dois lados do ataque para dar opção de passe e arrastar os marcadores do Ceará, que em muitos momentos pareciam perdidos diante da mobilidade dos alvinegros.
Porém, em um vacilo de marcação (de Gabriel e Léo Natel) em cobrança de escanteio, os visitantes abriram o placar aos 15 minutos. Erro parecido voltou a se repetir no segundo tempo e quase custou a vitória.
Embora tivesse menos a bola, o Corinthians controlava o duelo, jogando de forma ágil e vertical quando tinha a posse. Quando não conseguia matar rapidamente os contra-ataques cearenses, o Timão se fechava de forma compacta e protegia bem o gol de Cássio. O único problema estava na recomposição defensiva pelo lado direito, onde Gustavo Mosquito cochilava em alguns momentos.
Gabriel mais uma vez participou ativamente na construção ofensiva e, apesar de erros de passe, foi importante. Numa investida dele à área cearense, o Timão chegou ao empate cinco minutos após levar o primeiro gol e, assim, ganhou mais tranquilidade para buscar a virada, que veio aos 27.
Em vantagem, o Corinthians diminuiu um pouco o ritmo na etapa final e manteve a estratégia de deixar a bola mais tempo com o Ceará, que prefere jogar nos contra-ataques.
Com muitos erros, Otero destoou. Mesmo com o venezuelano abaixo, Mancini o manteve em campo até o fim do jogo, talvez apostando na qualidade dele nas bolas paradas. Gabriel Pereira, um dos destaques na derrota para o Bahia, na última semana, poderia ter sido boa alternativa, mas não saiu do banco.
Mateus Vital entrou bem no lugar de Araos, cansado. Jô, por sua vez, foi a campo na tentativa de reter mais a bola no campo de ataque e tentar levar perigo pelo alto. Aos 30, ele recebeu na área, girou e quase marcou o terceiro.
Depois, Mancini "fechou a casinha" e priorizou a posse de bola com as entradas de Camacho, Xavier e Ramiro. As mudanças surtiram muito efeito, o Corinthians conteve o crescimento do Ceará e segurou a bola no campo de ataque durante quase todos os sete minutos de acréscimo.
A vitória dá novo ânimo e deixa o Timão colado no G-7 (que pode virar G-8) na reta final do campeonato. A tabela é dura, com jogos contra os líderes Internacional e Flamengo, além de clássico contra o Santos, todos fora de casa. Mas o sonho de se classificar para a próxima Libertadores segue vivíssimo. Para isso, é fundamental uma vitória contra o Athletico-PR, quarta que vem, novamente em Itaquera.
Corinthians, Análise, Vitória, Brasileirão
Antes titular absoluto, Jô foi sacado para a entrada de Léo Natel. Formação parecida já havia funcionado no clássico contra o São Paulo, no fim do ano passado, quando o centroavante estava suspenso, e também em algumas partidas no período em que ele ficou machucado, sendo substituído por Gustavo Mantuan e Davó.
Mesmo sem um camisa 9, o desenho tático praticamente não mudou: uma espécie de 4-3-3 com a bola, com bastante participação ofensiva dos laterais, e um 4-4-2 sem a posse.
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Porém, em um vacilo de marcação (de Gabriel e Léo Natel) em cobrança de escanteio, os visitantes abriram o placar aos 15 minutos. Erro parecido voltou a se repetir no segundo tempo e quase custou a vitória.
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Em vantagem, o Corinthians diminuiu um pouco o ritmo na etapa final e manteve a estratégia de deixar a bola mais tempo com o Ceará, que prefere jogar nos contra-ataques.
Com muitos erros, Otero destoou. Mesmo com o venezuelano abaixo, Mancini o manteve em campo até o fim do jogo, talvez apostando na qualidade dele nas bolas paradas. Gabriel Pereira, um dos destaques na derrota para o Bahia, na última semana, poderia ter sido boa alternativa, mas não saiu do banco.
Mateus Vital entrou bem no lugar de Araos, cansado. Jô, por sua vez, foi a campo na tentativa de reter mais a bola no campo de ataque e tentar levar perigo pelo alto. Aos 30, ele recebeu na área, girou e quase marcou o terceiro.
Depois, Mancini "fechou a casinha" e priorizou a posse de bola com as entradas de Camacho, Xavier e Ramiro. As mudanças surtiram muito efeito, o Corinthians conteve o crescimento do Ceará e segurou a bola no campo de ataque durante quase todos os sete minutos de acréscimo.
A vitória dá novo ânimo e deixa o Timão colado no G-7 (que pode virar G-8) na reta final do campeonato. A tabela é dura, com jogos contra os líderes Internacional e Flamengo, além de clássico contra o Santos, todos fora de casa. Mas o sonho de se classificar para a próxima Libertadores segue vivíssimo. Para isso, é fundamental uma vitória contra o Athletico-PR, quarta que vem, novamente em Itaquera.
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Postado por
Vito D Agostino
-
3789 visitas - Fonte: Globo Esporte
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Tem que contratar o Vina aí o time vai melhorar bastante Vina Otero e Cazares ai vira um time
Claro que acerta ...time tem que ser jovem... manter este time...so atroca de casio por walter...
Esse Ramiro é terrível, só podia ter vindo do Grêmio essa merda, aliás; O Grêmio só vende às merdas deles, os bons eles não vendem! Caso Luan morto também, $ 800,000 reais jogados no lixo todo mês, fora Ramiro, Cafu, Camacho, Michael Macedo, Marlon, usem essas merdas como moeda de troca; Bom; Essa foi à minha opinião; Quem não gostou, saiba que eu estou cagando e quero mais é que se foda quem não gostou!
Tem q ja planejar o ano de 2021. A diretoria tem q colocar na cabeça q esse elenco é muito limitado, jogadores fraco q nao tem condições de vestir nosso manto sagrado. Tem muitos jogadores q estao lá e q nao serve nem p compor o elenco. E alguns são ate titulares. Vamos acordar diretoria
Corinthians tem que focar na Copa Sul-Americana e não se iludir com pré libertadores pra não ter risco de outro vexame.