20/11/2020 12:11
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Luan diz que sofre quando joga mal ou o Corinthians perde: "Dá vergonha"
Camisa 7 conta que prefere nem falar com os amigos depois de jogos ruins pelo Timão
Dono de enorme expectativa criada pela torcida do Corinthians, Luan ainda não foi em 2020 o que a Fiel espera.
Mesmo assim, o camisa 7 vive no dia a dia o sonho de vestir a camisa do clube do coração. Em longa entrevista à Corinthians TV nesta sexta-feira, o meia falou sobre a relação com o Timão.
– Eu tiro de letra certas coisas, não me atingem. O que falam, o que inventam... Minha mãe mora longe de mim, então com ela acaba afetando esse tipo de mentira (sobre ter depressão). Mas eu tenho cabeça boa para focar no Corinthians. Meus amigos são corintianos. O fato de estar aqui é uma enorme responsabilidade. Fico louco, nem falo com eles e acabo não dormindo quando o Corinthians perde ou eu não jogo bem. Dá vergonha mesmo. É um bagulho que eu sempre sonhei estar jogando aqui – disse Luan.
Criado "na quebrada", como gosta de dizer, Luan não teve a presença do pai. Cresceu sob os cuidados da mãe e da avó. O camisa 7 disse que já viu "caras morrendo" e que chegou a perder o sono por causa de problemas. As duas estavam lá para orientá-lo: dona Márcia e dona Aparecida.
– Minha família é minha mãe e avó, não tive pai. As duas são minha família junto com meu irmão. Sempre tentei ajudar da melhor forma possível. Graças ao futebol, pude dar essa condição melhor para eles. Já vi muita coisa, cara morrendo na minha frente. Eu tive mais certeza ainda que aquela vida não era para mim. Carrego a minha família, meus amigos, meus ensinamentos. Que foi onde aprendi a ter mais maturidade, crescer mais rápido, pelo fato de não ter um pai. Tudo que tenho é da minha quebrada, onde aprendi, onde moldei meu jeito de ser. Os ensinamentos levo comigo até hoje. Meus parceiros todos cresceram comigo. Levarei para sempre.
Confira outros pontos da entrevista de Luan à Corinthians TV:
Começo como jogador de futebol
– Sempre gostei de jogar bola. Como moleque, todo menino tem esse sonho. Sempre gostei de jogar com parceiros, só que eu não tinha isso comigo de querer virar jogador. Sempre preferi jogar com meus parceiros na quebrada, jogar entre nós, essa era minha diversão. Depois, com 18 anos, o treinador do salão do time em que eu jogava pediu para fazer um teste no campo. Eu falei que não. Ele insistiu e tudo aconteceu muito rápido na minha vida. Essa transição, esse querer tentar virar jogador. Foi tudo muito rápido.
Paixão pelo Corinthians
– Desde que comecei a entender de futebol, sempre tive essa paixão pelo Corinthians. Na época, minha mãe também teve uma relação em que o cara era corintiano roxo. Com sete ou oito anos, comecei a entender mais e fiquei apaixonado. Sempre acompanhando, torcedor, e sendo corintiano roxo. Os dois irmãos da minha mãe, um é santista e outro palmeirense. E sempre tentaram me empurrar camisa de um ou de outro. E eu sempre dizendo que não queria.
Infância longe dos clubes de futebol
– Primeiro, pelas condições, nunca tivemos muita. Era sempre mais difícil poder entrar em algum clube, fazer testes, sempre tinha custo. Nunca quis por isso. Não tinha nada. Também a vida que eu tinha antes, que eu virei profissional. Eu nunca trabalhei, sempre vivi no mundo da quebrada, andando com os parceiros. Com 18 anos, coloquei na minha cabeça que eu queria ser jogador.
Tatuagens
– Tatuagem comecei com o nome da minha mãe. E aí não parei mais. Sempre tive vontade de ter bastante. Comecei e não parei mais. Algumas passagens da Bíblia. Sempre sorrindo, é a frase do Coringa. A que eu mais gostei foi Prison Break. Vida real. Vi Impuros, também.
Camisas do Corinthians
– Dava um jeito, arrumava, comprava no camelô. Pedia para minha mãe para poder estar com a camisa. Não era a da vez, era mais antiga, mas sempre tive bastante camisa do Corinthians. Tudo do camelô. Uma coisa que vou ter, enquanto elas durarem. É da minha época de torcedor.
Críticas
– Encaro com tranquilidade, já passei por muita coisa, cada um tem o direito de falar o que quer. Não deixo muita coisa de fora entrar na minha cabeça. Nada que vier para me atingir vai entrar na cabeça. Sou um cara muito tranquilo e maduro com isso. No futebol, já aprendi e vivi muita coisa. Encaro com tranquilidade. Quero dar meu melhor, ajudar, mas são 11 dentro de campo. Não depende só de mim. Vai bem ou mal, faz parte. Mas me entregar e me dedicar para fazer sempre o meu melhor.
Volta ao time titular
– Ficar mais próximo do gol ajuda bastante. Pegar essa confiança de jogar o jogo, ficar mais com a bola, jogar para frente, atacar o espaço. Isso facilita. O Mancini pede. Vai ajudar quem está ali armando o jogo, ali no meio. Pegar o feeling de jogar o jogo que o Mancini quer. Vamos entrar num caminho de vitórias. Tendo sequência, isso vai ajudar bastante, a confiança voltando, tendo confiança como equipe. É entender o modelo de jogo que o Mancini pede para nós. Estamos evoluindo. Quando estivermos bem como time, o individual vai sobressair. Estou trabalhando.
Saudades da torcida
– A torcida faz muita falta. É algo a que não estávamos acostumados. Por mais que já tenha bastante tempo, faz falta ter esse apoio. A torcida do Corinthians não precisa nem falar. Incomparável. Ter o apoio deles faz falta de verdade. Ao jogar contra, é absurdo o que eles fazem no estádio para ajudar. Sempre tive esse sonho de poder jogar na Arena com o estádio cheio. Certeza que logo a torcida estará nos apoiando.
Corinthians, Timão, Luan
Mesmo assim, o camisa 7 vive no dia a dia o sonho de vestir a camisa do clube do coração. Em longa entrevista à Corinthians TV nesta sexta-feira, o meia falou sobre a relação com o Timão.
– Eu tiro de letra certas coisas, não me atingem. O que falam, o que inventam... Minha mãe mora longe de mim, então com ela acaba afetando esse tipo de mentira (sobre ter depressão). Mas eu tenho cabeça boa para focar no Corinthians. Meus amigos são corintianos. O fato de estar aqui é uma enorme responsabilidade. Fico louco, nem falo com eles e acabo não dormindo quando o Corinthians perde ou eu não jogo bem. Dá vergonha mesmo. É um bagulho que eu sempre sonhei estar jogando aqui – disse Luan.
Criado "na quebrada", como gosta de dizer, Luan não teve a presença do pai. Cresceu sob os cuidados da mãe e da avó. O camisa 7 disse que já viu "caras morrendo" e que chegou a perder o sono por causa de problemas. As duas estavam lá para orientá-lo: dona Márcia e dona Aparecida.
– Minha família é minha mãe e avó, não tive pai. As duas são minha família junto com meu irmão. Sempre tentei ajudar da melhor forma possível. Graças ao futebol, pude dar essa condição melhor para eles. Já vi muita coisa, cara morrendo na minha frente. Eu tive mais certeza ainda que aquela vida não era para mim. Carrego a minha família, meus amigos, meus ensinamentos. Que foi onde aprendi a ter mais maturidade, crescer mais rápido, pelo fato de não ter um pai. Tudo que tenho é da minha quebrada, onde aprendi, onde moldei meu jeito de ser. Os ensinamentos levo comigo até hoje. Meus parceiros todos cresceram comigo. Levarei para sempre.
Confira outros pontos da entrevista de Luan à Corinthians TV:
Começo como jogador de futebol
– Sempre gostei de jogar bola. Como moleque, todo menino tem esse sonho. Sempre gostei de jogar com parceiros, só que eu não tinha isso comigo de querer virar jogador. Sempre preferi jogar com meus parceiros na quebrada, jogar entre nós, essa era minha diversão. Depois, com 18 anos, o treinador do salão do time em que eu jogava pediu para fazer um teste no campo. Eu falei que não. Ele insistiu e tudo aconteceu muito rápido na minha vida. Essa transição, esse querer tentar virar jogador. Foi tudo muito rápido.
Paixão pelo Corinthians
– Desde que comecei a entender de futebol, sempre tive essa paixão pelo Corinthians. Na época, minha mãe também teve uma relação em que o cara era corintiano roxo. Com sete ou oito anos, comecei a entender mais e fiquei apaixonado. Sempre acompanhando, torcedor, e sendo corintiano roxo. Os dois irmãos da minha mãe, um é santista e outro palmeirense. E sempre tentaram me empurrar camisa de um ou de outro. E eu sempre dizendo que não queria.
Infância longe dos clubes de futebol
– Primeiro, pelas condições, nunca tivemos muita. Era sempre mais difícil poder entrar em algum clube, fazer testes, sempre tinha custo. Nunca quis por isso. Não tinha nada. Também a vida que eu tinha antes, que eu virei profissional. Eu nunca trabalhei, sempre vivi no mundo da quebrada, andando com os parceiros. Com 18 anos, coloquei na minha cabeça que eu queria ser jogador.
Tatuagens
– Tatuagem comecei com o nome da minha mãe. E aí não parei mais. Sempre tive vontade de ter bastante. Comecei e não parei mais. Algumas passagens da Bíblia. Sempre sorrindo, é a frase do Coringa. A que eu mais gostei foi Prison Break. Vida real. Vi Impuros, também.
Camisas do Corinthians
– Dava um jeito, arrumava, comprava no camelô. Pedia para minha mãe para poder estar com a camisa. Não era a da vez, era mais antiga, mas sempre tive bastante camisa do Corinthians. Tudo do camelô. Uma coisa que vou ter, enquanto elas durarem. É da minha época de torcedor.
Críticas
– Encaro com tranquilidade, já passei por muita coisa, cada um tem o direito de falar o que quer. Não deixo muita coisa de fora entrar na minha cabeça. Nada que vier para me atingir vai entrar na cabeça. Sou um cara muito tranquilo e maduro com isso. No futebol, já aprendi e vivi muita coisa. Encaro com tranquilidade. Quero dar meu melhor, ajudar, mas são 11 dentro de campo. Não depende só de mim. Vai bem ou mal, faz parte. Mas me entregar e me dedicar para fazer sempre o meu melhor.
Volta ao time titular
– Ficar mais próximo do gol ajuda bastante. Pegar essa confiança de jogar o jogo, ficar mais com a bola, jogar para frente, atacar o espaço. Isso facilita. O Mancini pede. Vai ajudar quem está ali armando o jogo, ali no meio. Pegar o feeling de jogar o jogo que o Mancini quer. Vamos entrar num caminho de vitórias. Tendo sequência, isso vai ajudar bastante, a confiança voltando, tendo confiança como equipe. É entender o modelo de jogo que o Mancini pede para nós. Estamos evoluindo. Quando estivermos bem como time, o individual vai sobressair. Estou trabalhando.
Saudades da torcida
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Corinthians, Timão, Luan
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Postado por angeli - 4989 visitas - Fonte: Globo Esporte
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Você é craque, entra focado que os resultados vão aparecer.
Pede pra não jogar! Ai sofre menos!
Então tá só na sofrência porque nunca jogou bem!
Se o Luan sofre toda vez que joga mal, então ele está sofrendo há muitos meses
Fica firme Luan tamojunto
Luan é agora ou nunca,, mostra o que vc sabe fazer. Pelo menos uma parte do que fez no Grêmio
K sofre e eu vendo sua displicência em campo falta de vontade de jogar
Vergonhoso ele ta todo jogo e sofre pq todo jogo.
Entao é todo jogo q ele sente veegonha e passa mal.
Luan assisti o Carlitos teves jogando quando tava ruim corria o campo todo ralavaa bunda no gramado não tinha bola perdida é isso que tem que mostrar parceiro raça e coragem como o SÃO JORGE guerreiro se sevuir meu conselho não vai se arrepender SÃO JORGE ILUMINE SEU FUTEBOL .
Luan vc vai jogar muito no timão ainda! Tamo junto
Simples assim.
Luan, trata de começar a jogar que seu sofrimento acaba.