8/11/2020 10:39
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Corinthians é gigante, mas é bom que Mancini saiba o tamanho de sua missão
Um dos grandes erros do Cruzeiro em 2019 foi não perceber rapidamente que o ciclo de Mano Menezes havia acabado. O treinador não conseguia mais mobilizar os jogadores, nem fazer competir em alto nível e as ambições do clube no ano deveriam ter sido bem mais modestas.
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Não é pensar pequeno, nem se contentar com pouco. Apenas noção da realidade dentro do contexto. Um clube pode ser gigante, mas cometer erros seguidos, no campo e na gestão, que empurram para baixo e só resta se salvar para evitar o pior.
E agora o desastre para times grandes com problemas financeiros é ser rebaixado. Com as novas regras para as cotas de TV, sem a proteção que existia no primeiro ano na Série B com receita de A, um vacilo e o clube se enfia nas trevas. O único recurso garantido e normalmente a maior parte da grana a receber em um ano ruim reduz drasticamente.
O Corinthians vive esta realidade em 2020. É claro que os três milhões de reais pela classificação para as quartas de final da Copa do Brasil seriam muito bem-vindos aos cofres do clube e não deixa de ser vergonhoso e preocupante cair nas oitavas para um time da Série B - apesar da tradição do América em Minas Gerais e do bom trabalho de Lisca no comando técnico.
Mas a meta tem que ser fugir do Z-4 e dividir esforços com outra competição seria exigir muito de um elenco que não consegue entregar o básico. Sim, o pênalti marcado pelo toque no braço de Lucas Piton que decretou a eliminação foi absurdo, embora o anotado a favor e convertido por Fagner seja discutível. Mas precisa ser página virada e não tão lamentado.
Vagner Mancini sabe disso. Também entende que só está no comando do Corinthians pelas circunstâncias. Em um cenário mais favorável ele não estaria lá. O treinador entende também que dentro de sua prateleira no mercado, evitar o rebaixamento de um dos times mais populares do país vai contar no próprio currículo.
É diferente, por exemplo, de um Vanderlei Luxemburgo chegar no Vasco, exaltar os próprios feitos no passado, correlacionar com a grandeza do clube carioca, projetar G-4 em um momento de alta e depois valorizar uma 12ª colocação porque foi baixando o sarrafo ao longo do campeonato com as derrotas.
"Não adianta ficar sonhando com coisas irreais. Sou verdadeiro nas cobranças e nas metas que passo aos jogadores", afirmou Mancini na coletiva depois do empate por 1 a 1 fora de casa contra o Atlético-GO, na abertura do returno do Brasileiro.
É irreal cobrar que esse Corinthians enfrente de peito aberto um candidato ao título, como o Internacional. Mesmo em casa, tem que recuar linhas, negar espaços e esperar um contragolpe certeiro. Contra o Atlético, mesmo em Goiânia, a missão é pontuar.
Porque é difícil criar sem que as grandes contratações para o meio-campo na temporada, Luan e Cantillo, consigam entregar o mínimo por questões físicas que diminuem a capacidade de competir. Resta proteger a defesa que ganha Jemerson como reforço na zaga. E não dá para esperar muito de Jonathan Cafu, mais um que chega para encorpar o elenco.
O problema é ter mais de cem jogadores sob contrato no profissional e não conseguir formar uma equipe qualificada. Irresponsabilidade financeira que se junta à turbulência política em ano de eleição, com o estilo verborrágico do presidente Andrés Sanchez atrapalhando ainda mais qualquer movimento que gere um mínimo de paz para o time trabalhar.
No olho do furacão, Mancini conta com providenciais semanas livres de trabalho para fazer a equipe evoluir coletivamente. A meta é eficiência no confronto direto com adversários da metade de baixo da tabela e surpreender os da metade de cima com solidez defensiva e proposta reativa.
Muito pouco para a história de um clube heptacampeão brasileiro, o maior vencedor no século XXI, último do país a vencer um Mundial de Clubes. O torcedor tem todo direito de se revoltar com o cenário caótico, mas evitar a repetição de 2007, ou a via-crucis atual do Cruzeiro, no momento precisa estar no topo de prioridades. O técnico sabe disso e não deixa de ser uma boa notícia.
Corinthians, Mancini, Missão, Brasileirão, Gestão, Timão
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O Corinthians vive esta realidade em 2020. É claro que os três milhões de reais pela classificação para as quartas de final da Copa do Brasil seriam muito bem-vindos aos cofres do clube e não deixa de ser vergonhoso e preocupante cair nas oitavas para um time da Série B - apesar da tradição do América em Minas Gerais e do bom trabalho de Lisca no comando técnico.
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Muito pouco para a história de um clube heptacampeão brasileiro, o maior vencedor no século XXI, último do país a vencer um Mundial de Clubes. O torcedor tem todo direito de se revoltar com o cenário caótico, mas evitar a repetição de 2007, ou a via-crucis atual do Cruzeiro, no momento precisa estar no topo de prioridades. O técnico sabe disso e não deixa de ser uma boa notícia.
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Postado por
Murillo Ciotti
-
3144 visitas - Fonte: Blog do André Rocha
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Mancini vc nao provou q é treinador de time grande. Muito pelo contrario. Vc esta cm um discurso muito político. E melhorou o quê? Tenha dó. Vc nao sabe nem mexer num time. Escalou mal, e mexeu muito mal. Medroso e fraco, e muito teimoso. Treinador do Ibis. Qndo vc troca, vc só troca 6 por meia duzia. Vc nao tem plano B, vc nao tem estratégia, vc nao sabe nem montar um time. Vergonha vc no comando do meu timão. Nosso elenco é muito fraco na verdade, time horroroso. Mas o senhor esta no pacote tmbm.
VOLTO A DIZER O CORINTHIANS E MUITO GRANDE PARA O MANCINI TECNICO FRACO MEDROSO SO SABE FALAR E DAR DESCULPA PARA GARANTIR O EMPREGO ALEM FE FRACO E BURRO NAO SABE ESCALAR E NEM FASER AS TROCAS CERTA E INADEMICIVEL OUVIR ELE FALAR QUE O RAMIRO NO MEIO DE COMPO MELHOROU O TIME E FICOU MAIS COMPACTO EM CAMPO ACHO QUE ELE MANCINE ESTAVA VENDO OUTRO JOGO RAMIRO PARA MIM E BANCO NAO SERVE PRO TIMAO E MUITO RUIM.
O problema são os lances perdidos como nas duas oportunidades que teve Matheus da Vó pura displicência do atacante
Eiii Andrés , tira esse progeto de técnico do nosso timão , paga os atrasados , e faça esses pernas de pau jogar
Os dirigentes fizeram o Corinthians se apequenar, contratou jogadores com super salários e um futebol de time de segunda divisão, infelizmente somos nós torcedores que passamos vergonha com um time ridículo desse em campo com o manto sagrado.
Saiii Mancine , pelo amorrr de Deus
Ontem ele nao queria ganhar