1/9/2018 09:46
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#Timão108: os filhos do Terrão
Foto: Divulgação
A base do Corinthians é uma das mais vitoriosas do Brasil. Na Copa São Paulo de Futebol Júnior, por exemplo, o Alvinegro é o maior campeão com 10 conquistas. Contudo, além de troféus, as categorias de formação renderam muitos frutos à equipe principal do Timão – desde que o clube foi fundado, passando pelo Terrão, Parque São Jorge, CT de Itaquera até os dias de hoje.
Aproveitando o aniversário do Coringão, separamos alguns dos maiores filhos do “Terrão” que brilharam com a camisa corinthiana:
Neco
Considerado pelos historiadores como o primeiro grande ídolo da história do Corinthians. Na primeira partida oficial da história do clube, em 1910, contra o União Lapa, ele já fazia parte do terceiro quadro da equipe, então com apenas 15 anos. Foram 17 anos vestindo a camisa alvinegra, com 296 jogos, 238 gols e oito títulos paulistas – sendo duas vezes tricampeão (1922-1924 e 1928-1930).
Del Debbio
Com nada menos que oito títulos paulistas em seu currículo, o zagueiro começou sua vida no futebol pelo Corinthians, nos anos 1920. Teve uma passagem pela Lazio, da Itália, entre 1931 e 1936. Quando voltou, jogou 14 partidas na campanha do estadual de 1937 – o primeiro na era profissional. Se tornou técnico do Timão e, em 1939, em uma emergência, precisou vestir o manto alvinegro em mais uma partida – vitória contra o Ypiranga, por 2 a 1, na Fazendinha – e, por isso, é considerado campeão também como jogador do Paulistão daquele ano.
Luizinho
O “Pequeno Polegar”, como era chamado Luizinho, nasceu e cresceu na Zona Leste. No fim dos anos 1940, quando ainda estava nos aspirantes do Timão, levava muita torcida aos estádios mais cedo só para acompanhar seu futebol. Jogou 606 vezes pelo Corinthians, com 175 gols e com quatro títulos no currículo: dois estaduais e dois Rio-São Paulo.
Rivellino
É, para muitos, o maior ídolo da história do Corinthians. O “Reizinho do Parque” era conhecido pela Fiel ainda na época dos aspirantes, com 18 anos – foi campeão paulista da categoria, em 1964. No ano seguinte, já estava na equipe principal, onde brilhou por 474 jogos e com 144 gols anotados. Rivellino também foi campeão mundial em 1970, com a Seleção Brasileira.
Wladimir
Recordista de jogos com a camisa corinthiana (805), Wladimir reunia a garra que a torcida exige com muita técnica. Era um dos ícones da equipe que conquistou o Campeonato Paulista de 1977 – foi dele a cabeçada tirada por Oscar, em cima da linha, antes do mitológico gol de Basílio, na decisão contra a Ponte Preta.
Casagrande
O atacante cresceu nas proximidades do Parque São Jorge e começou a ser conhecido pela torcida na Copa São Paulo de Juvenis – atual Copa São Paulo de Futebol Júnior – de 1981. No ano seguinte, estreou entre os profissionais e era um dos principais atletas da Democracia Corinthiana.
Viola
Mais um dos representantes da base corinthiana a levantar a Copa do Mundo com o Brasil (1994), Viola estreou de maneira iluminada no Timão. Foi para o banco na final do Paulistão de 1988 vindo dos aspirantes. Precisou ser titular no segundo jogo da decisão, contra o Guarani, em Campinas, pois o titular, Edmar, e o reserva, Marcos Roberto, estavam na Seleção Brasileira e lesionado, respectivamente. Já na prorrogação, Viola balançou as redes e o Corinthians venceu por 1 a 0, sagrando-se campeão estadual pela 20ª vez.
Ronaldo
Boa parte da Fiel considera Ronaldo o maior goleiro da história alvinegra. É, certamente, o que mais entrou em campo com a camisa do Corinthians: 602 partidas. Estreou na equipe principal com apenas 20 anos e logo em um Majestoso. Pelo Campeonato Paulista de 1988 – que viria a ser da equipe de Parque São Jorge –, o Timão venceu o São Paulo por 2 a 1 e o camisa 1 defendeu um pênalti cobrado por Darío Pereyra. Foi também o defensor da meta no primeiro título nacional do clube.
Sylvinho
Campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 1995, Sylvinho já tinha passado pela equipe principal entre 1993 e 1994, mas se firmou de vez justamente após a conquista sobre a Ponte Preta, no Canindé, no início daquele ano. Depois, venceu três estaduais (1995, 1997 e 1999), a Copa do Brasil (1995) e o Brasilerão (1998).
Edu
Desde muito cedo nas categorias de base do Corinthians, Edu foi um dos protagonistas do título da Copinha de 1999, diante do Vasco, no Pacaembu. Foi dele o gol que deu o quarto título da competição ao Timão. Em 1998, já frequentava a equipe principal e, por isso, tem dois Brasileiros em seu currículo (1998 e 1999). Em 2000, não só fez parte do grupo Campeão Mundial de Clubes da Fifa, como bateu um dos pênaltis na decisão diante do Vasco, no Maracanã.
Jô
É o mais jovem jogador a entrar em campo com a camisa do Corinthians (16 anos, três meses e 19 dias). É o mais jovem atleta a marcar um gol com a camisa alvinegra – 35 dias após sua estreia. Para completar, na sua volta ao Timão, em 2017, se tornou o primeiro corinthiano artilheiro do Brasileirão na campanha do #Heptaderespeito. Ele também fez parte do elenco que venceu o nacional de 2005, além do Paulistão do ano passado.
Guilherme Arana
O lateral-esquerdo chegou bem novinho ao Corinthians e passou por todas as categorias na base até chegar no profissional do clube. Não sem antes vencer a Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2015, é claro. Arana fez gols importantes contra o Palmeiras, além de ter conquistado dois Brasileiros e um Paulista pelo clube. Ah, e deu muitas canetas nos adversários do Timão antes de se transferir para o Sevilla.
A base do Corinthians é uma das mais vitoriosas do Brasil. Na Copa São Paulo de Futebol Júnior, por exemplo, o Alvinegro é o maior campeão com 10 conquistas. Contudo, além de troféus, as categorias de formação renderam muitos frutos à equipe principal do Timão – desde que o clube foi fundado, passando pelo Terrão, Parque São Jorge, CT de Itaquera até os dias de hoje.
Aproveitando o aniversário do Coringão, separamos alguns dos maiores filhos do “Terrão” que brilharam com a camisa corinthiana:
Neco
Considerado pelos historiadores como o primeiro grande ídolo da história do Corinthians. Na primeira partida oficial da história do clube, em 1910, contra o União Lapa, ele já fazia parte do terceiro quadro da equipe, então com apenas 15 anos. Foram 17 anos vestindo a camisa alvinegra, com 296 jogos, 238 gols e oito títulos paulistas – sendo duas vezes tricampeão (1922-1924 e 1928-1930).
Del Debbio
Com nada menos que oito títulos paulistas em seu currículo, o zagueiro começou sua vida no futebol pelo Corinthians, nos anos 1920. Teve uma passagem pela Lazio, da Itália, entre 1931 e 1936. Quando voltou, jogou 14 partidas na campanha do estadual de 1937 – o primeiro na era profissional. Se tornou técnico do Timão e, em 1939, em uma emergência, precisou vestir o manto alvinegro em mais uma partida – vitória contra o Ypiranga, por 2 a 1, na Fazendinha – e, por isso, é considerado campeão também como jogador do Paulistão daquele ano.
Luizinho
O “Pequeno Polegar”, como era chamado Luizinho, nasceu e cresceu na Zona Leste. No fim dos anos 1940, quando ainda estava nos aspirantes do Timão, levava muita torcida aos estádios mais cedo só para acompanhar seu futebol. Jogou 606 vezes pelo Corinthians, com 175 gols e com quatro títulos no currículo: dois estaduais e dois Rio-São Paulo.
Rivellino
É, para muitos, o maior ídolo da história do Corinthians. O “Reizinho do Parque” era conhecido pela Fiel ainda na época dos aspirantes, com 18 anos – foi campeão paulista da categoria, em 1964. No ano seguinte, já estava na equipe principal, onde brilhou por 474 jogos e com 144 gols anotados. Rivellino também foi campeão mundial em 1970, com a Seleção Brasileira.
Wladimir
Recordista de jogos com a camisa corinthiana (805), Wladimir reunia a garra que a torcida exige com muita técnica. Era um dos ícones da equipe que conquistou o Campeonato Paulista de 1977 – foi dele a cabeçada tirada por Oscar, em cima da linha, antes do mitológico gol de Basílio, na decisão contra a Ponte Preta.
Casagrande
O atacante cresceu nas proximidades do Parque São Jorge e começou a ser conhecido pela torcida na Copa São Paulo de Juvenis – atual Copa São Paulo de Futebol Júnior – de 1981. No ano seguinte, estreou entre os profissionais e era um dos principais atletas da Democracia Corinthiana.
Viola
Mais um dos representantes da base corinthiana a levantar a Copa do Mundo com o Brasil (1994), Viola estreou de maneira iluminada no Timão. Foi para o banco na final do Paulistão de 1988 vindo dos aspirantes. Precisou ser titular no segundo jogo da decisão, contra o Guarani, em Campinas, pois o titular, Edmar, e o reserva, Marcos Roberto, estavam na Seleção Brasileira e lesionado, respectivamente. Já na prorrogação, Viola balançou as redes e o Corinthians venceu por 1 a 0, sagrando-se campeão estadual pela 20ª vez.
Ronaldo
Boa parte da Fiel considera Ronaldo o maior goleiro da história alvinegra. É, certamente, o que mais entrou em campo com a camisa do Corinthians: 602 partidas. Estreou na equipe principal com apenas 20 anos e logo em um Majestoso. Pelo Campeonato Paulista de 1988 – que viria a ser da equipe de Parque São Jorge –, o Timão venceu o São Paulo por 2 a 1 e o camisa 1 defendeu um pênalti cobrado por Darío Pereyra. Foi também o defensor da meta no primeiro título nacional do clube.
Sylvinho
Campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 1995, Sylvinho já tinha passado pela equipe principal entre 1993 e 1994, mas se firmou de vez justamente após a conquista sobre a Ponte Preta, no Canindé, no início daquele ano. Depois, venceu três estaduais (1995, 1997 e 1999), a Copa do Brasil (1995) e o Brasilerão (1998).
Edu
Desde muito cedo nas categorias de base do Corinthians, Edu foi um dos protagonistas do título da Copinha de 1999, diante do Vasco, no Pacaembu. Foi dele o gol que deu o quarto título da competição ao Timão. Em 1998, já frequentava a equipe principal e, por isso, tem dois Brasileiros em seu currículo (1998 e 1999). Em 2000, não só fez parte do grupo Campeão Mundial de Clubes da Fifa, como bateu um dos pênaltis na decisão diante do Vasco, no Maracanã.
Jô
É o mais jovem jogador a entrar em campo com a camisa do Corinthians (16 anos, três meses e 19 dias). É o mais jovem atleta a marcar um gol com a camisa alvinegra – 35 dias após sua estreia. Para completar, na sua volta ao Timão, em 2017, se tornou o primeiro corinthiano artilheiro do Brasileirão na campanha do #Heptaderespeito. Ele também fez parte do elenco que venceu o nacional de 2005, além do Paulistão do ano passado.
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Postado por
Matheus Pedroso Rosa
-
5529 visitas - Fonte: Site Oficial
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