1/4/2018 10:52
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Se quiser o título, Corinthians não poderá depender só de Rodriguinho
Timão vê seu principal meia ser “encaixotado” em derrota para o Palmeiras e precisa de soluções; também faltou a concentração de sempre
Foto: Marcos Ribolli
O poder de criação do Corinthians em 2018 está diretamente ligado ao desempenho de Rodriguinho. A derrota por 1 a 0 para o Palmeiras, porém, mostrou o que já se esperava: se o meia é bem marcado, o Timão fica praticamente nulo no ataque.
Se quiser conquistar o título paulista no próximo domingo, na arena do rival, o Corinthians vai precisar de mais – só a vitória por dois ou mais gols de diferença dará o título no tempo normal. Nesse contexto, o retorno de Jadson pode ser um alento.
Além de o Palmeiras ter sido bem diferente daquela equipe apática da primeira fase do Paulistão, quando o Corinthians venceu por 2 a 0, o comportamento do próprio Timão também contribuiu para a derrota. A começar pela intensidade.
Mais pilhado do que intenso, o Corinthians se irritou facilmente – até a confusão que resultou nas expulsões de Felipe Melo e Clayson. Sem a cabeça no lugar, os jogadores se preocuparam com faltas, reclamações ao árbitro, recados aos rivais...
Curiosamente, na hora do gol de Borja, logo aos seis minutos, ninguém se pilhou. O cruzamento de Dudu viajou na área, bateu no travessão e, enquanto Willian se ajeitava para acionar o colombiano, seis (sim, SEIS) corintianos olhavam para a bola. Nenhum olhou para Borja, que finalizou sem ser incomodado. Falta de concentração incomum.
Outros fatores também foram determinantes. Veja:
Bem marcado, Rodriguinho não conseguiu se infiltrar entre as duas linhas de marcação do Palmeiras e, por vezes, chegou a ser cercado por três jogadores;
Por conta disso, o mesmo Rodriguinho perdeu 11 bolas e cedeu contra-ataques;
Emerson Sheik e Mateus Vital, desgastados, movimentaram-se menos e deram poucas opções de passe a Rodriguinho;
Clayson, melhor corintiano no um contra um, perdeu o duelo com Marcos Rocha;
O Corinthians trocou 381 passes, contra apenas 183 do Palmeiras. Os dois que mais tocaram na bola, porém, foram os zagueiros Balbuena (71) e Henrique (68).
O gol sofrido logo aos seis minutos também atrapalhou, é verdade, já que o Corinthians tinha a estratégia de aproveitar espaços deixados pelo Palmeiras – a equipe de Roger Machado se fechou a passou a esperar o rival que, sem criatividade, passou a fazer lançamentos longos e cruzamentos para ninguém. Afinal, o Timão segue sem um camisa 9.
Rodriguinho é cercado pelos jogadores do Palmeiras (Foto: Reprodução)
Já que não teve opções para referência na área, Carille tentou reforçar os ataques pelos lados com as entradas de Romero e Pedrinho no segundo tempo. Nem o garoto da base, xodó da torcida, conseguiu vencer a marcação rival. Danilo, no fim, foi o único a fazer o trabalho de pivô, mas ele não tem fôlego para jogar os 90 minutos.
Para mudar o panorama, o retorno de Jadson é fundamental. Recuperado de dores musculares, o camisa 10 ficou no banco neste sábado e é esperado para voltar na vaga de Mateus Vital – ou Sheik. O próximo domingo reserva, talvez, o maior desafio de Carille em seus 15 meses de Corinthians.
O poder de criação do Corinthians em 2018 está diretamente ligado ao desempenho de Rodriguinho. A derrota por 1 a 0 para o Palmeiras, porém, mostrou o que já se esperava: se o meia é bem marcado, o Timão fica praticamente nulo no ataque.
Se quiser conquistar o título paulista no próximo domingo, na arena do rival, o Corinthians vai precisar de mais – só a vitória por dois ou mais gols de diferença dará o título no tempo normal. Nesse contexto, o retorno de Jadson pode ser um alento.
Além de o Palmeiras ter sido bem diferente daquela equipe apática da primeira fase do Paulistão, quando o Corinthians venceu por 2 a 0, o comportamento do próprio Timão também contribuiu para a derrota. A começar pela intensidade.
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Curiosamente, na hora do gol de Borja, logo aos seis minutos, ninguém se pilhou. O cruzamento de Dudu viajou na área, bateu no travessão e, enquanto Willian se ajeitava para acionar o colombiano, seis (sim, SEIS) corintianos olhavam para a bola. Nenhum olhou para Borja, que finalizou sem ser incomodado. Falta de concentração incomum.
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Rodriguinho é cercado pelos jogadores do Palmeiras (Foto: Reprodução)Já que não teve opções para referência na área, Carille tentou reforçar os ataques pelos lados com as entradas de Romero e Pedrinho no segundo tempo. Nem o garoto da base, xodó da torcida, conseguiu vencer a marcação rival. Danilo, no fim, foi o único a fazer o trabalho de pivô, mas ele não tem fôlego para jogar os 90 minutos.
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Postado por
Luan Quinello
-
5973 visitas - Fonte: Globoesporte.com
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tá doido Romero é um dos melhores do Corinthians
Está na hora de testa o moleque Matheus Matias, oque é bom já nasce com personalidade, não dá mais, Romero, Dutra e outros que não ajuda nada, coloca o moleque seu teimoso.
CARILLE DEIXA DE SER TEIMOSO COLOCA O MATHEUS MATHIAS LOGO !!!!! VI QUE TODAS SUAS INTERVISTA VC PEDE UM CENTROAVANTE ???
O Carile insiste com esse trapalhão Romero. <br />Não dá mais!