21/1/2016 12:31
VEJA TAMBÉM
- Gesto de Neymar gera caos na Arena e expõe fragilidade da segurança em clássicos paulista
- 250 MILHÕES IRREGULARES? Investigação pode revelar irregularidade astronômica na Arena Corinthians
- ADEUS DO CRAQUE? Pressão do Besiktas por Bidon acelera negociações e joia pode dar adeus
Notícias mais lidas
Martinuccio vê equívoco da Ponte e justifica saída: "Meu tempo vale ouro"
Meia argentino discorda do prazo de recuperação estipulado pela Macaca, de três meses e meio a quatro, e deixa clube em busca de recomeço: "Preciso voltar a jogar"
Se a Ponte Preta reprovou Alejandro Martinuccio, o meia argentino também reprovou a Macaca. Em sua versão sobre a saída do clube campineiro, o jogador aponta o prazo de recuperação estipulado pelo departamento médico alvinegro, de três meses e meio a quatro meses, como fator determinante para deixar o Majestoso e buscar uma segunda opinião. Agora, sob os cuidados de Joaquim Grava, ele faz tratamento no Corinthians e espera estar de volta aos gramados em até dois meses, sem descartar defender o Timão após estar liberado para atuar.
Segundo Roberto Nishimura, chefe do departamento médico da Ponte, em entrevista na última terça-feira, quando a Ponte finalmente abriu o jogo sobre a situação de Martinuccio, o argentino não tinha condições de ser aprovado nos exames e nos testes físicos. Diante do diagnóstico, Nishimura vetou a assinatura de contrato entre as partes. Martinuccio evita criticar abertamente a posição do clube, mas não esconde que esperava uma compreensão maior.
- Eu ia ficar na Ponte, mas ainda não havia assinado o contrato. O doutor da Ponte deu um tempo de recuperação, de três meses e meio a quatro meses, e eu não concordei com isso. Achei muito tempo. Venho treinando há três meses. Era só manter o trabalho para voltar o mais rápido possível, isso foi falado quando sentei com a Ponte para conversar. Mas quando eu cheguei, me colocaram para fazer um trabalho à parte. Não concordei. Eu me sentia bem. Então, preferi, com meu empresário, procurar outra opinião. Tenho de pensar em mim, preciso voltar a jogar bola. Ele (doutor Nishimura) falou que eu ficaria fora do Paulistão. Seria um horror para mim. Meu tempo vale ouro - afirmou Martinuccio, em contato por telefone com a reportagem do GloboEsporte.com.
O meia admite que o único ponto da lesão ainda pendente é uma inflamação no joelho direito, em decorrência da retirada das hastes, em julho do ano passado. O argentino não atua oficialmente desde o fim de 2014, quando ainda vestia a camisa do Coritiba. O problema o acompanha desde meados de 2013. Devido a uma lesão nas duas tíbias, ele teve de passar por cirurgia, mas sofreu com dores desde então. A retirada das hastes aliviou o incômodo, e Martinuccio se considera clinicamente saudável. Falta, reconhece, aprimorar a parte física. Ele também nega que não tenha conseguido correr no primeiro dia de testes, conforme disse Nishimura.
- Isso (não ter conseguido correr) é o mais estranho. Tenho vídeos nas redes sociais treinando, correndo na esteira. É contraditório. O doutor avaliou pelo teste isocinético. Eu tenho uma diferença muscular entre as duas pernas, por causa de uma inflamação no joelho direito, devido à retirada da haste. Mas não é que eu não conseguia levantar o aparelho porque tinha estourado o joelho.
Clinicamente estou saudável, fiquei surpreso com o prazo. Eu tinha duas opções: procurar outra opinião para solucionar o caso ou ficar calado na Ponte e voltar somente em quatro meses. Achava errado essa segunda opção - comentou.
Outra situação que incomodou Martinuccio foi a demora para assinar contrato. A Ponte o anunciou em 28 de dezembro como "presente de ano novo" para a torcida, mas esperava o resultado dos testes para assinar contrato. Para o meia, a falta de vínculo o poupa de qualquer polêmica em relação à maneira como deixou a Macaca. Segundo Nishimura, o atleta parou de aparecer no clube há mais de uma semana, sem dar nenhuma satisfação. Ele também diverge sobre o tempo de contrato. A Ponte dizia que o vínculo seria até o fim do Paulistão, com opção de renovação automática para o Brasileirão, enquanto Martinuccio afirma que desde o início fechara por um ano.
- A verdade é que eu tive uma conduta adequada. Mesmo sem contrato no clube, treinava todo dia. Foi a primeira vez que aconteceu isso comigo: o clube me anuncia sem contrato. É uma situação ruim, me sentia chateado. Falaram que iam fazer o contrato comigo até dezembro, chegavam outros jogadores, todo mundo assinado, e nada comigo. Eu perguntava o motivo de não assinar, e meu empresário dizia que o médico estava segurando (o aval). Mas o aval já tinha sido dado em 28 de dezembro, recebi alta médica. Depois, quando cheguei em 4 de janeiro, foi totalmente diferente.
Enquanto projeta o retorno aos gramados dentro de um mês e meio a dois meses, Martinuccio não quer ficar remoendo o assunto com a Ponte e pretende virar a página o quanto antes. Por ter aberto as portas através de Joaquim Grava, o Corinthians é uma alternativa para o futuro. O argentino, porém, garante que não há nenhuma conversa nesse sentido no momento e deixa em aberto o que acontecer daqui para a frente.

Martinuccio postou nas redes sociais imagens do tratamento no Corinthians (Foto: Reprodução / Instagram)
O Joaquim Grava falou que em um mês e meio, dois meses eu estaria pronto, nem precisei de ressonância. Então, decidi o que era melhor para mim. Estou tratando no Corinthians, o Joaquim Grava abriu as portas do clube para mim. O que acontecer quando estiver pronto, não sei dizer. Não dá para prever agora. Vamos esperar - finalizou o meia.
Sobre as declarações de Martinuccio, a Ponte mantém a posição da última terça, em cima do discurso de Nishimura de que o atleta não tinha condição de ficar à disposição em um curto prazo. Foi uma decisão exclusiva do departamento médico do clube, com o respaldo da diretoria administrativa. Em relação ao aval que Martinuccio diz ter recebido em 28 de dezembro, a assessoria de imprensa da Macaca alega que tratavam-se apenas de exames preliminares.
Segundo Roberto Nishimura, chefe do departamento médico da Ponte, em entrevista na última terça-feira, quando a Ponte finalmente abriu o jogo sobre a situação de Martinuccio, o argentino não tinha condições de ser aprovado nos exames e nos testes físicos. Diante do diagnóstico, Nishimura vetou a assinatura de contrato entre as partes. Martinuccio evita criticar abertamente a posição do clube, mas não esconde que esperava uma compreensão maior.
- Eu ia ficar na Ponte, mas ainda não havia assinado o contrato. O doutor da Ponte deu um tempo de recuperação, de três meses e meio a quatro meses, e eu não concordei com isso. Achei muito tempo. Venho treinando há três meses. Era só manter o trabalho para voltar o mais rápido possível, isso foi falado quando sentei com a Ponte para conversar. Mas quando eu cheguei, me colocaram para fazer um trabalho à parte. Não concordei. Eu me sentia bem. Então, preferi, com meu empresário, procurar outra opinião. Tenho de pensar em mim, preciso voltar a jogar bola. Ele (doutor Nishimura) falou que eu ficaria fora do Paulistão. Seria um horror para mim. Meu tempo vale ouro - afirmou Martinuccio, em contato por telefone com a reportagem do GloboEsporte.com.
O meia admite que o único ponto da lesão ainda pendente é uma inflamação no joelho direito, em decorrência da retirada das hastes, em julho do ano passado. O argentino não atua oficialmente desde o fim de 2014, quando ainda vestia a camisa do Coritiba. O problema o acompanha desde meados de 2013. Devido a uma lesão nas duas tíbias, ele teve de passar por cirurgia, mas sofreu com dores desde então. A retirada das hastes aliviou o incômodo, e Martinuccio se considera clinicamente saudável. Falta, reconhece, aprimorar a parte física. Ele também nega que não tenha conseguido correr no primeiro dia de testes, conforme disse Nishimura.
- Isso (não ter conseguido correr) é o mais estranho. Tenho vídeos nas redes sociais treinando, correndo na esteira. É contraditório. O doutor avaliou pelo teste isocinético. Eu tenho uma diferença muscular entre as duas pernas, por causa de uma inflamação no joelho direito, devido à retirada da haste. Mas não é que eu não conseguia levantar o aparelho porque tinha estourado o joelho.
Clinicamente estou saudável, fiquei surpreso com o prazo. Eu tinha duas opções: procurar outra opinião para solucionar o caso ou ficar calado na Ponte e voltar somente em quatro meses. Achava errado essa segunda opção - comentou.
Outra situação que incomodou Martinuccio foi a demora para assinar contrato. A Ponte o anunciou em 28 de dezembro como "presente de ano novo" para a torcida, mas esperava o resultado dos testes para assinar contrato. Para o meia, a falta de vínculo o poupa de qualquer polêmica em relação à maneira como deixou a Macaca. Segundo Nishimura, o atleta parou de aparecer no clube há mais de uma semana, sem dar nenhuma satisfação. Ele também diverge sobre o tempo de contrato. A Ponte dizia que o vínculo seria até o fim do Paulistão, com opção de renovação automática para o Brasileirão, enquanto Martinuccio afirma que desde o início fechara por um ano.
- A verdade é que eu tive uma conduta adequada. Mesmo sem contrato no clube, treinava todo dia. Foi a primeira vez que aconteceu isso comigo: o clube me anuncia sem contrato. É uma situação ruim, me sentia chateado. Falaram que iam fazer o contrato comigo até dezembro, chegavam outros jogadores, todo mundo assinado, e nada comigo. Eu perguntava o motivo de não assinar, e meu empresário dizia que o médico estava segurando (o aval). Mas o aval já tinha sido dado em 28 de dezembro, recebi alta médica. Depois, quando cheguei em 4 de janeiro, foi totalmente diferente.
Enquanto projeta o retorno aos gramados dentro de um mês e meio a dois meses, Martinuccio não quer ficar remoendo o assunto com a Ponte e pretende virar a página o quanto antes. Por ter aberto as portas através de Joaquim Grava, o Corinthians é uma alternativa para o futuro. O argentino, porém, garante que não há nenhuma conversa nesse sentido no momento e deixa em aberto o que acontecer daqui para a frente.

Martinuccio postou nas redes sociais imagens do tratamento no Corinthians (Foto: Reprodução / Instagram)
O Joaquim Grava falou que em um mês e meio, dois meses eu estaria pronto, nem precisei de ressonância. Então, decidi o que era melhor para mim. Estou tratando no Corinthians, o Joaquim Grava abriu as portas do clube para mim. O que acontecer quando estiver pronto, não sei dizer. Não dá para prever agora. Vamos esperar - finalizou o meia.
Sobre as declarações de Martinuccio, a Ponte mantém a posição da última terça, em cima do discurso de Nishimura de que o atleta não tinha condição de ficar à disposição em um curto prazo. Foi uma decisão exclusiva do departamento médico do clube, com o respaldo da diretoria administrativa. Em relação ao aval que Martinuccio diz ter recebido em 28 de dezembro, a assessoria de imprensa da Macaca alega que tratavam-se apenas de exames preliminares.
VEJA TAMBÉM
- Gesto de Neymar gera caos na Arena e expõe fragilidade da segurança em clássicos paulista
- 250 MILHÕES IRREGULARES? Investigação pode revelar irregularidade astronômica na Arena Corinthians
- ADEUS DO CRAQUE? Pressão do Besiktas por Bidon acelera negociações e joia pode dar adeus
Postado por Marcos - 30801 visitas - Fonte: Globoesporte.com
Mais notícias do Corinthians
Notícias de contratações do TimãoNotícias mais lidas
Últimas notícias
-
2/9/2026
- 20:48: Corinthians intensifica treinos de finalização e mira vitória crucial contra a Chapecoense (0)
- 20:08: Gesto de Neymar gera caos na Arena e expõe fragilidade da segurança em clássicos paulista (0)
- 18:28: 250 MILHÕES IRREGULARES? Investigação pode revelar irregularidade astronômica na Arena Corinthians (0)
- 17:48: ADEUS DO CRAQUE? Pressão do Besiktas por Bidon acelera negociações e joia pode dar adeus (0)
- 17:08: Breno Bidon na mira do Besiktas: proposta entre 18 e 20 milhões de euros pode selar transferência (0)
- 16:49: SAÍDA DE JOVEM? Corinthians responde proposta francesa por Gui Negão: possível adeus? (0)
- 15:09: BOMBA: Corinthians pode vender Breno Bidon para clube europeu (0)
- 15:09: ELE FICA! Corinthians recusa propostas europeias por Gui Negão (0)
- 14:09: DE SAÍDA? André Ramalho perde espaço e pode se despedir no fim do ano (0)
- 11:09: VERGONHOSO: Osmar Stabile troca farpas com comentaristas e comete gafe (0)
- 11:09: LEMBRA DELE? Ex-Corinthians vive luta contra as drogas após aposentadoria (0)
- 10:28: SAF NO TIMÃO? Entenda o estágio das negociações com a SAFIEL (0)
- 09:44: ESCÂNDALO INTERNO: Promotor revela que Neo Química Arena pode estar 100% quitada (0)
- 08:09: SEM VERBA NO ORÇAMENTO! Corinthians mantém departamento que deveria ser encerrado (0)
- 08:09: FRAUDE NA ARENA? Corinthians identifica 2,2 mil cadastros suspeitos e bloqueia ingressos (0)
- 06:09: AS BRABAS PERDERAM A PACIÊNCIA? Elenco cobra diretoria por direitos de imagem (0)
- 04:09: VALEU A PENA RECUSAR? Empresário critica Corinthians após propostas menores por André (0)
- 00:28: Erros mais comuns de quem está começando a apostar em esportes (0)



REFORÇOS DE PESO! Corinthians acerta com dois atletas e aguarda fim do transfer ban para anunciar
LEMBRA DELE? Ex-Corinthians vive luta contra as drogas após aposentadoria
Time Europeu anuncia contratação por empréstimo de atacante do Corinthians
Dívida da Arena faz Corinthians enfrentar dificuldades financeiras até 2041 em mais de R$ 1 bilhão
BOMBA: Osmar Stabile estuda manobra política para concorrer a presidência do Corinthians
PRIORIDADE DEFINIDA! Corinthians coloca salários à frente de R$ 21,5 milhões do transfer ban
"Vamos acertar as contas", admite Osmar Stabile em reunião com elenco feminino
SAFiel aceita condição de Stabile e promete proposta de quitação da Arena
REVOLTANTE! Hostilização de garoto com camisa de Neymar gera repúdio da Gaviões da Fiel
ESCÂNDALO INTERNO: Promotor revela que Neo Química Arena pode estar 100% quitada