20/11/2015 08:24
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Hexacampeonato brasileiro é mais um sucesso da parceria Corinthians-Fiel
Durante todo o Campeonato Brasileiro, a Fiel abraçou o Timão, que retribuiu dentro de campo. Mais do que hexacampeão. Isso aqui é Corinthians!
O que liga o título brasileiro de 2015 a todas as outras conquistas da história centenária do Corinthians? Nada mais do que a relação time-torcida. Em qualquer momento dos 105 anos do clube do Parque São Jorge, seja bom ou ruim, a Fiel sempre esteve lá. Mas o destino foi irônico ao tirar o jogo do hexacampeonato brasileiro da Arena Corinthians, onde essa simbiose esteve muito mais forte, ao ponto de tornar o Timão quase imbatível em casa -- alguns dirão que é, sim, imbatível na casa corinthiana. Porém, mesmo longe, como sempre, ela estava lá: a Fiel.
A torcida já estava em São Januário bem antes de a bola rolar. Cerca de uma hora e meia antes do duelo, a torcida do Corinthians já ocupava boa parte do setor destinado ao visitante no estádio do Vasco, no Rio de Janeiro. Quando os primeiros jogadores do Timão subiram ao gramado para aquecer -- os goleiros Cássio, Walter e Matheus Vidotto --, a Fiel passou a cantar alto. Para não mais parar.
Não para, não para, não para. Se a torcida não para de cantar, o elenco do Corinthians não para de ganhar. Mas todo mundo sabia que não seria fácil. O Vasco lutava -- e ainda luta -- pela sobrevivência na Série A do Campeonato Brasileiro. São Januário lotada, uma panela de pressão armada para pressionar o líder da competição. Mas na união Timão-Fiel, não há nada intimidor. Pelo contrário: é tudo incentivador.
Jogo decisivo é sempre estudado e truncado. O Vasco pressionava, mas o Corinthians resistia, com a melhor defesa do Brasileirão. Com a bola no pé, com paciência e o toque de bola que virou característica marcante da campanha, o Timão partia ao ataque. Teve algumas chances para tirar o grito de gol da Fiel, mas o primeiro tempo não passou de 0 a 0.
Empate sem gols também no Morumbi, entre São Paulo e Atlético-MG. Por mais que a Fiel estivesse totalmente voltada ao que estava acontecendo em São Januário, era fato que o jogo na capital paulista estava quase dez minutos na frente. Ou seja, havia chances de o Corinthians conquistar o hexa antes mesmo do apito final no Rio de Janeiro -- já que tropeço do time mineiro também acabava com o campeonato. As emoções ficaram reservadas para a etapa final.
Enquanto não saía gol em São Januário, a porteira abriu no Morumbi. Empate em 2 a 2. Por mais que o Corinthians não abrisse o placar, o hexa estava cada vez mais perto. Mas aí veio o gol do Vasco. Dependendo do que acontecesse em São Paulo, será que a conquista seria adiada por mais alguns dias?
Não, Fiel. É que o Corinthians é assim. Sofrido até o último minuto. Mas até que não estava sofrido. o Atlético-MG tomou mais um gol, e o hexa já era quase realidade. Mas foco em São Januário. Ninguém quer ser campeão perdendo, não é?
Pois estava lá um dos exemplos de volta por cima desse time do Timão. De questionado a mito. Coube a Vagner Love fazer o gol do título. Empate por 1 a 1, aí já não importava mais o que estava acontecendo em qualquer lugar do mundo. A festa era ali, agora em São Januário.
A comemoração era conjunta. A torcida que cantou alto durante os 90 minutos de São Januário e de todos os estádios do Brasileirão. O time que durante o campeonato inteiro mostrou técnica, raça e disposição.
A Fiel abraçou o Timão, que retribuiu dentro de campo. Mais do que hexacampeão. Isso aqui é Corinthians!
A torcida já estava em São Januário bem antes de a bola rolar. Cerca de uma hora e meia antes do duelo, a torcida do Corinthians já ocupava boa parte do setor destinado ao visitante no estádio do Vasco, no Rio de Janeiro. Quando os primeiros jogadores do Timão subiram ao gramado para aquecer -- os goleiros Cássio, Walter e Matheus Vidotto --, a Fiel passou a cantar alto. Para não mais parar.
Não para, não para, não para. Se a torcida não para de cantar, o elenco do Corinthians não para de ganhar. Mas todo mundo sabia que não seria fácil. O Vasco lutava -- e ainda luta -- pela sobrevivência na Série A do Campeonato Brasileiro. São Januário lotada, uma panela de pressão armada para pressionar o líder da competição. Mas na união Timão-Fiel, não há nada intimidor. Pelo contrário: é tudo incentivador.
Jogo decisivo é sempre estudado e truncado. O Vasco pressionava, mas o Corinthians resistia, com a melhor defesa do Brasileirão. Com a bola no pé, com paciência e o toque de bola que virou característica marcante da campanha, o Timão partia ao ataque. Teve algumas chances para tirar o grito de gol da Fiel, mas o primeiro tempo não passou de 0 a 0.
Empate sem gols também no Morumbi, entre São Paulo e Atlético-MG. Por mais que a Fiel estivesse totalmente voltada ao que estava acontecendo em São Januário, era fato que o jogo na capital paulista estava quase dez minutos na frente. Ou seja, havia chances de o Corinthians conquistar o hexa antes mesmo do apito final no Rio de Janeiro -- já que tropeço do time mineiro também acabava com o campeonato. As emoções ficaram reservadas para a etapa final.
Enquanto não saía gol em São Januário, a porteira abriu no Morumbi. Empate em 2 a 2. Por mais que o Corinthians não abrisse o placar, o hexa estava cada vez mais perto. Mas aí veio o gol do Vasco. Dependendo do que acontecesse em São Paulo, será que a conquista seria adiada por mais alguns dias?
Não, Fiel. É que o Corinthians é assim. Sofrido até o último minuto. Mas até que não estava sofrido. o Atlético-MG tomou mais um gol, e o hexa já era quase realidade. Mas foco em São Januário. Ninguém quer ser campeão perdendo, não é?
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Postado por
Edson Alan Melo
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