19/6/2026 16:17
Corinthians prepara homenagem a prefeito de Nova York após discurso sobre o Timão!
O Corinthians escalou o ídolo Casagrande para entregar uma homenagem oficial ao prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, após discursos sobre a Democracia Corinthiana.
O legado político e cultural do Parque São Jorge cruzou as fronteiras e ecoou forte no centro do mundo. O Corinthians prepara uma homenagem especial, programada para este sábado, ao prefeito de Nova York, Zohran Mamdani. O clube paulista se mobilizou para agradecer publicamente às recentes e entusiasmadas declarações do político norte-americano sobre a Democracia Corinthiana e a genialidade do ídolo Sócrates. A engenharia da entrega envolve o ex-jogador Casagrande, uma das vozes mais ruidosas do movimento da década de 1980.
A operação começou ríspida nos bastidores. Inicialmente, a diretoria alvinegra tentou abrir caminhos por vias diplomáticas tradicionais, buscando o contato com Mamdani através do Itamaraty. Diante de um início de impasse burocrático, surgiu uma alternativa mais orgânica: utilizar Casagrande, que já cumpre agenda em Nova York na cobertura do Mundial de 2026. O ex-atacante se reúne com o governante nesta sexta-feira para discutir intercâmbios esportivos e sociais, levando na bagagem o agradecimento oficial do Timão.
O encontro confirma duas deferências simbólicas de peso. Mamdani receberá uma camisa personalizada em alusão a Sócrates, eterno capitão e símbolo máximo da resistência corinthiana, além de uma placa oficial de agradecimento. O texto do tributo reforça o impacto histórico gerado pelo autogoverno do elenco e adapta um dos cânticos mais populares da Fiel, encerrando com a frase: "Vai Nova York, Vai Corinthians". A lembrança foi disparada após o prefeito dedicar um bloco inteiro do programa "The Morning Pitch" para exaltar o time brasileiro, aproveitando o clima da abertura da Copa do Mundo na cidade.
Em seu pronunciamento, o político admite sua fixação recente pelo "maestro do meio-campo brasileiro" e explicou ao público americano como aquele elenco rústico desafiou o autoritarismo da ditadura militar. "No Corinthians, Sócrates e seus companheiros participaram do que os brasileiros comuns sonhavam: democracia. Quer você fosse o centroavante estrela ou trabalhasse na lavanderia, você tinha um voto", discursou Mamdani, relembrando as camisas estampadas com o aviso "Eu quero votar para presidente". Com a história em jogo e prestes a virar série na HBO, a iniciativa de Casagrande ratifica o poder do futebol como plataforma de dignidade e união dos povos.
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