25/3/2026 12:07
Depay enfrenta nova lesão e acumula sétimo desfalque desde sua chegada ao Corinthians
Saiba os detalhes da nova lesão de Memphis Depay no Corinthians. Veja o tempo de recuperação, o histórico médico do atacante e o impacto no Brasileirão 2026.
A bruxa continua solta no Departamento Médico do Parque São Jorge. Na tarde desta quarta-feira (25), o Corinthians confirmou que Memphis Depay iniciou o tratamento para um estiramento no músculo anterior da coxa direita, sofrido no clássico contra o Flamengo. O diagnóstico, que prevê um afastamento de quatro a seis semanas, é um balde de água fria nas pretensões do técnico Dorival Júnior para o início da Libertadores 2026. Esta é a sétima intercorrência médica do holandês desde sua chegada ao clube, em setembro de 2024, consolidando um histórico de fragilidade física que desafia a paciência da Fiel Torcida e o planejamento da diretoria.
O "Príncipe de Gonda" tem vivido um ciclo vicioso de lesões desde que desembarcou no Brasil. Após um 2025 marcado por edemas na coxa, entorses de tornozelo e problemas crônicos no joelho que o tiraram de momentos decisivos — como as quartas de final da Copa do Brasil —, esperava-se que o reequilíbrio muscular realizado em janeiro de 2026 desse a estabilidade necessária. No entanto, a intensidade do calendário brasileiro provou-se, mais uma vez, um obstáculo intransponível. O corte da Seleção Holandesa para a Data Fifa de março é apenas a face visível de um problema maior: Memphis soma agora 786 dias fora de combate ao longo de sua carreira profissional, evidenciando uma vulnerabilidade muscular que exige uma leitura de jogo clínica do corpo médico corinthiano.
Sem sua principal estrela e referência técnica, o Corinthians se vê obrigado a acelerar a busca por alternativas no mercado, como a negociação por Arthur Cabral, para não deixar o ataque órfão de peso físico. A gestão de minutos de Depay, que já era rígida, deverá se tornar ainda mais conservadora após o seu retorno, previsto apenas para maio. Para um clube que convive com um déficit financeiro de R$ 247 milhões, a ausência prolongada do jogador com o maior salário do elenco é um prejuízo que transcende as quatro linhas, exigindo uma organização tática de sobrevivência para manter o time competitivo no Brasileirão e nas Copas enquanto o camisa 10 tenta, mais uma vez, vencer a batalha contra o próprio corpo.
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