BRASÍLIA - Às vésperas da final da Supercopa Rei, o Corinthians enfrenta um desafio significativo em sua preparação. O técnico Dorival Jr. informou que uma virose afetou 26 integrantes da equipe, entre jogadores e membros da comissão técnica, resultando na ausência de atletas durante treinos decisivos.
A partida contra o Flamengo, programada para este domingo (1º), marcará a segunda participação do Timão na Supercopa Rei, competição que voltou a ser realizada em 2020. A última vez que o clube disputou este título foi em 1991, ocasião em que levou a taça após vencer o Flamengo por 1 a 0.
Com as recentes dificuldades em termos de saúde, a equipe precisou ajustar sua formação. Dorival optou por um meio de campo robusto, escalando três volantes: Raniele, André e André Carrillo, enquanto Breno Bidon assume o papel de armador. Gabriel Paulista, que se destacou na temporada passada, será um dos pilares na defesa.
A decisão se tornará crucial não apenas pela conquista do título, mas também pela necessidade de validar a força do elenco em um contexto tão desafiador. A gestão do grupo, especialmente após a saída de vários jogadores importantes, será fundamental para enfrentar um adversário renomado como o Flamengo.
O Corinthians deverá alinhar sua tática de acordo com a intensidade do jogo, buscando a superação dos desafios impostos pela virose. Neste sentido, o foco em coletividade e leitura de jogo será primordial para a configuração de uma estratégia de sucesso durante a partida.
A expectativa é que o Timão, com um elenco em transição, utilize essa partida como um termômetro para suas ambições no Campeonato Paulista, que se inicia a seguir. A capacidade de adaptação e resiliência pode desencadear um impacto positivo no desempenho geral da equipe ao longo da temporada.
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