A primeira parte da final da Copa Betano do Brasil terminou como começou: com o placar zerado. Em uma Neo Química Arena pulsante com mais de 47 mil torcedores, Corinthians e Vasco travaram um duelo de muita entrega e pouca inspiração técnica, deixando a definição do título para o próximo domingo (21).
Apesar do gosto amargo do empate para os donos da casa, o resultado serviu para preservar uma marca importante: o Vasco continua sem saber o que é vencer o Corinthians em Itaquera. Em nove confrontos no estádio, o Timão soma sete vitórias e dois empates, consolidando o local como um território proibido para o Cruz-Maltino.
A Força da História
Ciente da vantagem psicológica, a torcida corintiana transformou a arena em um memorial de glórias. Faixas espalhadas pelas arquibancadas relembravam os cinco mata-matas disputados entre os clubes, todos com final feliz para o lado paulista. Os destaques foram as menções à final do Mundial de 2000 e às quartas da Libertadores de 2012.
Do lado vascaíno, o goleiro Léo Jardim surpreendeu na saída de campo ao lamentar o empate. Para o arqueiro, a equipe carioca teve chances de sair com um desempenho melhor, sinalizando que o Vasco entrará no Maracanã com uma postura agressiva para quebrar a hegemonia histórica do rival.
O "Grand Finale" de 2025
O reencontro está marcado para o Maracanã, onde não haverá margem para erros. Além da taça da Copa do Brasil, o vencedor garante vaga direta na fase de grupos da Libertadores de 2026, encerrando a temporada do futebol brasileiro com a maior das recompensas.
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