Mansur comentou sobre as dificuldades que o Corinthians enfrentará em sua próxima partida contra o Cruzeiro. Nos últimos dias, o clube recebeu uma proposta para alterá-lo seu patrocinador máster. A casa de apostas Responsa Gamming sugeriu a criação de uma plataforma de apostas exclusiva para o Timão. Contudo, a diretoria não se mostrou entusiasmada com a ideia.
No momento, a opção mais viável parece ser a ampliação do contrato entre o Corinthians e a Esportes da Sorte. O atual acordo se estende até 2027, mas há negociações avançadas para uma prorrogação, com um aumento nos valores pagos e nas entregas comerciais. De acordo com o projeto apresentado pela Responsa Gamming, o Corinthians teria seu nome vinculado a uma plataforma de apostas, garantindo uma remuneração fixa e participação nos lucros, além de outros ganhos variáveis. Estima-se que o clube poderia arrecadar mais de R$ 600 milhões em um contrato de três anos.
No entanto, diversos fatores levaram a diretoria corintiana a tratar a proposta com cautela. Entre esses fatores, destaca-se a percepção de que a Esportes da Sorte é uma empresa mais consolidada no mercado, e o clube não está disposto a trocar sua parceria atual por uma empresa de menor porte. Além disso, há preocupações reputacionais em vincular o nome do Corinthians a uma casa de apostas, especialmente considerando os patrocínios problemáticos anteriores com a Taunsa e a VaideBet, que deixaram a imagem do clube arranhada.
A atual relação com a Esportes da Sorte é considerada muito boa, e o Corinthians se mostra satisfeito com as ações de marketing desenvolvidas em conjunto com a marca. Em junho deste ano, a Responsa Gamming recebeu autorização do governo federal para operar duas marcas de apostas: Joga Limpo e Energia. Enquanto busca maneiras de maximizar os ganhos com o patrocínio máster, o Corinthians também discute o futuro de outros quatro patrocinadores da camisa. Os contratos com Elétrica AREA (barra traseira), Frimesa (ombro), EZZE Seguros (costas) e UniCesumar (calção) se encerram no final deste ano, e o clube está tentando renovar esses vínculos com aumentos nos valores. Contudo, foi informado que pelo menos uma das parceiras não continuará em 2026.
Além dessas questões, o Corinthians está em busca de comercializar propriedades da camisa que atualmente estão vagas, como a barra frontal. A expectativa do clube é de encerrar a temporada com arrecadação aproximada de R$ 174 milhões em receitas de patrocínio, um valor consideravelmente inferior ao que foi projetado no início do ano, que era de R$ 211 milhões. Para o próximo ano, as estimativas apontam para um faturamento de R$ 255 milhões.



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