Na última segunda-feira, Marcelo Munhoes, diretor de tecnologia do Corinthians, participou de uma reunião do Conselho Deliberativo no Parque São Jorge, onde discorreu sobre a auditoria interna que ele conduziu, com o intuito de investigar um possível desvio de materiais esportivos do clube. O relatório, solicitado pelo presidente Osmar Stabile, recebeu defesa robusta de Munhoes, que se posicionou em favor da integridade do trabalho realizado. A auditoria passou por críticas do vice-presidente, Armando Mendonça, que é um dos investigados no processo.
"O relatório foi entregue a pedido do presidente, para que fique claro. Houve um ofício presidencial solicitando a realização desse trabalho. O documento foi entregue há três semanas e agora cabe às partes se justificarem. Eu, Marcelo Munhoes, não tenho nada a declarar além do que já foi exposto. O trabalho foi executado com profissionalismo e ética, como sempre fazemos. O vice-presidente está à vontade para se defender e apresentar seus argumentos", afirmou Munhoes.
Uma das reclamações levantadas por Armando Mendonça foi sobre o suposto 'sumiço' de um dos auditores envolvidos na auditoria. Segundo ele, três membros do Departamento de Tecnologia do Corinthians foram designados para o trabalho: Marcelo Munhoes, Reginaldo Nascimento e Luiz Fernando. No entanto, no documento oficial que chegou às mãos de Mendonça, apenas Munhoes e Reginaldo constavam como auditores.
Marcelo Munhoes esclareceu que a versão vista pelo vice não era a finalizada e que um dos auditores foi retirado da auditoria por "motivos internos", sem que ele quisesse entrar em mais detalhes. "No ofício presidencial, estavam indicados quatro pessoas. No documento final, apenas duas assinaram. Um funcionário do departamento de TI foi removido da auditoria devido a questões internas, mas prefiro não detalhar isso. A versão mencionada pelo Armando não era a versão final. A versão que está com o Conselho é a que foi assinada pelos auditores", justificou.
A auditoria interna revelou diversas irregularidades na gestão dos materiais esportivos do Corinthians. A equipe responsável apurou um aumento significativo nos itens retirados em comparação a 2024 e identificou produtos em condições inadequadas de uso, além de almoxarifados sem a devida higiene. Também surgiu a denúncia de um possível comércio irregular de produtos do clube por funcionários. O material da auditoria agora está sob a responsabilidade da presidência do Corinthians e já foi encaminhado ao Conselho Deliberativo, que, por sua vez, o enviou à Comissão de Justiça para que as apurações necessárias sejam realizadas. O caso será monitorado pela Comissão de Ética do clube e também está sendo investigado pela Polícia Civil.



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