As Comissões de Justiça e Ética do Corinthians, em conjunto com o Ministério Público de São Paulo (MP-SP), estão investigando a ausência de faturas de cartões corporativos que teriam sido utilizados por Andrés Sanchez durante seu último mandato como presidente do clube. Até o momento, os documentos entregues cobrem apenas o período de agosto de 2018 até dezembro de 2020, deixando em aberto as faturas dos primeiros sete meses de sua gestão, de janeiro a julho de 2018.
A análise mostrou que, no primeiro semestre de 2018, o Corinthians contava com apenas um cartão corporativo da American Express, utilizado pela diretoria em geral e não especificamente pelo presidente. Isso ocorreu em um momento de inadimplência com a Amex, que impediu o clube de cadastrar novos dependentes e, por conseguinte, de obter cartões adicionais. A solução encontrada foi uma parceria com o banco Santander, que permitiu a emissão de novos cartões, incluindo um destinado especificamente ao presidente, habilitado em julho e utilizado a partir de agosto de 2018.
As comissões do clube e o MP entendem a importância de investigar as faturas que estão em falta, mesmo que as despesas não sejam exclusivamente atribuídas a Andrés. A estratégia do MP envolve a quebra de sigilo bancário para acessar as faturas, enquanto as comissões decidiriam, por sua vez, solicitar diretamente à atual diretoria financeira a entrega dos documentos ausentes. Em comunicado, Leonardo Pantaleão, presidente da Comissão de Ética, confirmou tal solicitação para permitir uma análise completa do mandato anterior e garantir transparência no processo.
Em resposta, o Corinthians afirmou que já entregou ao MP todos os documentos solicitados, ressaltando que, durante o período em questão, não havia um cartão de presidência específico, justificando a ausência das faturas referentes aos primeiros meses de 2018. A atual gestão não se opõe a enviar os documentos caso haja um pedido formal.
A Comissão de Justiça já identificou R$ 190 mil em despesas suspeitas nos documentos recebidos referentes ao período de 2018 a 2020. As despesas incluem gastos com hospitais, clínicas, lojas de eletrônicos e até com serviços de táxi aéreo. O MP, por outro lado, requisitou explicações sobre essas despesas, buscando delimitar quais delas podem ser consideradas inadequadas para o exercício da presidência do clube.
Andrés Sanchez, conforme já informado, prestou depoimento ao MP sobre gastos identificados com cartões corporativos, entre eles, valores significativos em uma joalheria e em viagens para Fernando de Noronha. A investigação foi iniciada em junho de 2023, e o MP também está apurando ligações do clube com organizações criminosas, além dos potenciais crimes de apropriação indébita e estelionato, tendo em vista a gravidade das denúncias que surgiram recentemente.



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