Corinthians x Palmeiras - Melhores Momentos Corinthians e Palmeiras fizeram um jogo disputado e até equilibrado pela ida da Copa do Brasil. O poder de fogo do Timão falou mais alto na vitória por 1 a 0, com belo gol de cabeça de Memphis Depay no segundo tempo. Essa foi a primeira vez que Dorival Júnior teve a possibilidade de jogar com o trio, que estão invictos jogando juntos na Neo Química Arena e são responsáveis por 48% dos gols do Timão na temporada. A presença dos três jogadores fez o treinador adotar a mesma tática que Ramón Díaz: um 4-3-1-2, o losango no meio-campo. Carrillo, Raniele e Martínez formaram a trinca de volantes que protegia a defesa, exatamente como você na imagem abaixo. Garro, Memphis e Yuri não tinham tantas obrigações defensivas e não voltavam, mas ajudavam a pressionar a saída de bola do Palmeiras. O jogo foi marcado por trocas de domínios e boas chances de todos os lados. Mas o Corinthians foi melhor ao traduzir esse domínio em chances concretas de gol. Muito disso porque o meio-campo mostrou uma grande mobilidade, com trocas de posições e jogadas de tabelas e passes curtos. Nenhum dos volantes teve uma posição fixa. Carrillo iniciava o jogo pela direita e muitas vezesfazia Matheuzinho apoiar por dentro. Martínez buscou bastante a bola e se projetou como armador. Raniele não se contentou em ficar apenas atrás e se projetou ao ataque. Muitas vezes, ele trocava de posição com um dos laterais ou permitia a Garro recuar sem deixar o ataque vazio, exatamente como você vê na imagem. Essas trocas causaram problemas para o Palmeiras. Carrillo, por exemplo, tirou Lucas Evangelista de trás e deixou Aníbal sozinho muitas vezes. Os momentos de domínio do Timão vieram também da mobilidade do Trio GYM. Nenhum dos três teve um setor fixo: liberdade total de movimentação, desde que houvessem trocas. Se Garro avançava, Memphis recuava. Se Yuri vinha buscar a bola, os dois avançavam. E vice-versa. Tudo para criar confusão e abrir espaços na defesa adversária. Não foi por acaso que Gómez e Fuchs foram amarelados logo no primeiro tempo: os zagueiros do Palmeiras eram “arrastados” para fora da área a todo momento, obrigando a chegadas e faltas maiores. Se há uma esperança para o Corinthians na temporada, é justamente esse encaixe que produziu 30 minutos de grande domínio, pressão constante sobre a saída de bola palmeirense e muito volume de jogo. Além do pênalti, Weverton trabalhou como poucos goleiros tinham trabalhado contra o Corinthians. Em meio à turbulência política e administrativa que assola o Corinthians, incluindo protestos, denúncias e processos judiciais, o triunfo no Dérbi representa mais do que o tradicional alívio que o jeito paulistano de ver futebol prega: é uma esperança de dias melhores no Parque São Jorge. Dias que passam pela presença de Yuri, Garro e Memphis juntos em campo.



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