A Comissão de Ética do Corinthians entregou na noite da última quarta-feira o parecer sobre o pedido de impeachment do presidente do clube, Augusto Melo. Agora, o documento será apreciado pelo presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior. No parecer, os membros do órgão sugerem a suspensão do processo de destituição até que seja concluído o inquérito policial que apura possíveis irregularidades no contrato de patrocínio máster da Vaidebet. Na avaliação da Comissão de Ética, o Corinthians corre o risco de incorrer em uma injustiça se tomar qualquer decisão antes que a Polícia Civil tenha encerrado as investigações, que acontecem desde maio. Apesar do parecer sugerindo a suspensão do processo, o impeachment pode ser levado à votação pelo Conselho Deliberativo se o presidente do órgão quiser. Porém, a tendência é que Romeu Tuma Júnior aguarde não apenas o andamento do inquérito policial, mas também o fim da temporada do futebol masculino. Nos bastidores do clube há temor de que a discussão do impeachment gere turbulência em uma fase decisiva do Campeonato Brasileiro e da Copa Sul-Americana. O estatuto corintiano não determina um prazo para o pedido de destituição ser levado a votação. Em nota, Tuma disse que vai analisar os autos e oportunamente informará os próximos passos. Ele também afirmou que "a prioridade neste momento é foco total em colaborar com nosso time que luta para se salvar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro de Futebol e para conquistar o título da Copa Conmebol Sul-Americana." Além de Augusto Melo, são investigados neste processo Armando Mendonça (segundo vice-presidente), Fernando Perino (ex-integrante do departamento jurídico), Marcelo Mariano (diretor administrativo), Rozallah Santoro (ex-diretor financeiro), Rubens Gomes (ex-diretor de futebol) e Yun Ki Lee (ex-diretor jurídico).
Embora se baseie em argumentos jurídicos, o processo de impeachment é essencialmente político. Para que o presidente deixe o cargo é preciso aprovação de maioria não apenas dos conselheiros do Corinthians, mas também dos associados do clube. Caso o Conselho aprove o impeachment, o presidente é afastado temporariamente até a votação na Assembleia Geral dos sócios. O pedido de impeachment de Augusto Melo é fundamentado essencialmente nas supostas irregularidades do contrato com a VaideBet. Os signatários do documento argumentam que, devido à atuação e omissão de Augusto, "a imagem da instituição foi arremessada num lamaçal de notícias degradantes" e teria infringido também a Lei Geral do Esporte. O mandato do presidente do Timão vai até o fim de 2026.



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