10/11/2022 13:51

Vergonha, cagão, pipoqueiro: árbitro relata em súmula ofensas de técnico e jogador do Corinthians

Marcelo de Lima Henrique expulsou Vítor Pereira e Bruno Méndez

Vergonha, cagão, pipoqueiro: árbitro relata em súmula ofensas de técnico e jogador do Corinthians
O árbitro do empate por 2 a 2 do Corinthians contra o Coritiba, na noite desta quarta-feira, Marcelo de Lima Henrique, explicou em sua súmula os motivos que fizeram com que ele expulsasse o zagueiro Bruno Méndez e o técnico Vítor Pereira.


O vermelho para o uruguaio aconteceu logo após o gol de pênalti marcado por Alef Manga, o segundo do Coxa no jogo. Bruno Méndez ficou irritado com a marcação da falta de Fausto Vera em Régis dentro da área e, segundo o documento oficial, não economizou nas palavras:

– Por reclamar ostensivamente contra as minhas decisões. Após a marcação de um gol do adversário, proferindo repetidamente e em voz alta as seguintes palavras: "Você é um cagão, pipoqueiro, você é um cagão pipoqueiro". Informo que me senti ofendido – escreveu Marcelo de Lima Henrique.

O técnico Vítor Pereira, que minutos antes havia levado cartão amarelo por invadir a área do VAR durante a revisão do árbitro, ficou completamente revoltado com a marcação e com os cartões aplicados contra Cássio (amarelo por reclamação) e Bruno Méndez (vermelho por insultos).

– Expulsei o técnico Vítor Pereira com cartão vermelho direto por bater palmas de forma irônica contra minhas decisões, e por entrar no campo de jogo deixando sua área técnica dizendo: "Você é uma vergonha, a arbitragem brasileira é uma vergonha." Após expulso, o mesmo gesticulou com o dedo indicador e o polegar fazendo um sinal redondo com os dedos e repetiu diversas vezes: "Vergonha, a arbitragem brasileira é uma vergonha" – escreveu o árbitro.

– O mesmo resistiu em sair do campo de jogo, precisando ser retirado por sua comissão técnica

O técnico Vítor Pereira não concedeu entrevista coletiva no estádio Couto Pereira. O auxiliar Filipe Almeida foi aos microfones para falar do jogo. Será ele, aliás, que ficará à beira do gramado na Neo Química Arena no próximo domingo, diante do Atlético-MG, às 16h (de Brasília), na última rodada do campeonato. O jogo pode marcar a despedida da comissão técnica.


– Vítor é emocional porque é ambicioso. Acabamos perdendo um pouco o emocional. A equipe mostrou que vinha para ganhar. Sentimos revolta porque ficamos com um jogador a menos e sabíamos que seria mais difícil. Isso demonstra a ambição dele. Era para seguir a lutar e ser agressivos – afirmou o auxiliar.



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Mais do que vergonha. É maldade!!!! Pênalti que não deram pra nós contra o menguimho, no primeiro jogo da final da copa do Brasil. Gol legítimo do Yuri Alberto, anulado contra o Goiás, e por aí vai!!!

Braulio Carneiro     

Qdo a fiel vai dar uma bela surra em um desdes árbitros que vivem prejudicando o TIMÃO?

E é uma vergonha mesmo o que vem acontecendo com a arbitragem

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