3/4/2014 15:15

Alá parece não ouvir preces da Fifa, e declaração de auditor compromete até a presidente Dilma

No início de dezembro, dias depois do desabamento do superguindaste que matou dois operários na Arena Corinthians, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, afirmou que não havia plano B para a abertura da Copa e que ia rezar para que não houvesse mais problemas nas obras.

– Essa questão foi debatida já aqui. Recebemos informações de que o estádio estará pronto em 14 ou 15 de abril. Não há plano B. O que a Fifa pode fazer é rezar a Deus, Alá, ou quem seja que não haja mais acidentes relacionados às obras da Copa do Mundo.

Hoje, a 12 dias do prazo de entrega do estádio – que, se sabe, não será cumprido – ainda há possibilidade de paralisação das obras por causa de irregularidades apontadas pelo Corpo de Bombeiro. Pior do que isso é a frase de um alto funcionário de órgão importante do Governo Federal admitir publicamente que está fazendo vistas grossas para tudo, quatro dias depois da morte do OITAVO operário em estádios em construção para a Copa do Mundo.

Declaração como a de Luiz Antonio de Medeiros, superintendente do Ministério do Trabalho e Emprego, dizendo que estão “fazendo de conta que não estão vendo as irregularidades” e que “não vai nem entrar neste assunto porque vai atrasar ainda mais a obra”, depois de ter falado com o ministro do Trabalho, Manoel Dias (PDT), compromete até a instância máxima do país, a presidente Dilma Roussef, a quem todos da pasta são subordinados.



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