3/12/2020 08:06
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Defesa do Corinthians consegue feito inédito no Brasileiro, mas ataque ainda sofre
Pela primeira vez no Brasileirão, o Corinthians conseguiu ficar três jogos seguidos sem sofrer gols. O feito inédito, porém, não foi suficiente para vencer o Fortaleza, no Castelão, e o Timão chegou ao seu sétimo empate por 0 a 0 na temporada.
Se por um lado é incontestável a evolução defensiva do Corinthians desde a chegada de Vagner Mancini, por outro ainda é gritante a dificuldade da equipe em propor o jogo e encontrar espaços contra adversários bem fechados. Em apenas uma das 11 partidas com o treinador, o Timão conseguiu fazer mais de um gol.
Desta vez, embora tenha passado ileso, o Corinthians sofreu sustos e foi salvo por Cássio e pela falta de qualidade do rival para finalizar.
Mesmo em casa, o Fortaleza adotou uma postura reativa e esperou o adversário em seu campo. A estratégia era clara: atrair o Corinthians e explorar a velocidade de seus atacantes. Em certa medida, é possível dizer ela que funcionou. O Timão tinha mais a bola, mas pouco fazia com ela. Pior, ainda dava brechas para contra-ataques, sobretudo no lado direito, onde Otero demorava a fazer a recomposição e Marllon teve atuação insegura.
O Corinthians começou mal, mas cresceu a partir da segunda metade do primeiro tempo e foi para o intervalo empatado em finalizações: 5 x 5.
No início, Gabriel foi o responsável por afundar entre os zagueiros e ajudar na iniciação das jogadas. Percebendo que ele não conseguia quebrar linhas, Mancini mudou: recuou Cantillo, mais qualificado nos passes e lançamentos, e liberou o outro volante.
Mesmo assim, a evolução foi tímida. O Timão contava com jogadores que atrasavam as jogadas, seja com um toque a mais na bola, um domínio mal executado, um passe sem tanta força... Gabriel, Cantillo, Otero e Luan não davam fluidez ao jogo.
Diferentemente do que aconteceu contra o Coritiba, na semana passada, a dobradinha entre Fábio Santos e Lucas Piton pela esquerda não deu tão acerto, até porque o veterano tinha mais obrigações defensivas dessa vez.
Para o segundo tempo, Mancini não mexeu nas peças, mas alterou o desenho tático. Ele segurou mais os laterais e liberou os atacantes de lado para marcarem mais em cima. Ainda assim, David conseguiu ser lançado nas costas da defesa aos 6 minutos e sair cara a cara com Cássio - o atacante acabou se atrapalhando com a bola.
O Corinthians seguiu com muita posse, mas inspiração escassa. Jô participava pouco da partida, e nenhum dos homens de meio arriscava dribles ou jogadas individuais. Também não havia espaço para chutes de média e longa distância.
O treinador demorou a mexer, mas quando o fez, a partir dos 17 minutos, trocou todo o meio de campo. Mais uma vez não vimos Cazares e Luan juntos, algo que Mancini, mesmo com 10 dias para treinar até o próximo jogo, ainda não vê como possível, como explicou na entrevista.
Apesar de não ter feito por merecer a vitória, o Corinthians tem razão ao reclamar da atuação do árbitro Bráulio da Silva Machado. Pela sexta vez no Brasileirão, a equipe terminou o jogo sem os 11 jogadores. O cartão vermelho de Jô foi o 10º na temporada.
Alguns problemas foram corrigidos, mas muitos ainda se repetem - até por serem estruturais, fruto da montagem de elenco desequilibrada. Sem conseguir embalar, o Timão deve se contentar em escapar do rebaixamento e com algumas pequenas conquistas. Derrotar o São Paulo, na próxima semana, e atrapalhar o rival na busca pelo título pode ser uma delas. Para isso, entretanto, vai ser preciso jogar mais. O clássico será dia 13, às 18h15, na Neo Química Arena.
Corinthians, Brasileirão, Análise
Se por um lado é incontestável a evolução defensiva do Corinthians desde a chegada de Vagner Mancini, por outro ainda é gritante a dificuldade da equipe em propor o jogo e encontrar espaços contra adversários bem fechados. Em apenas uma das 11 partidas com o treinador, o Timão conseguiu fazer mais de um gol.
Desta vez, embora tenha passado ileso, o Corinthians sofreu sustos e foi salvo por Cássio e pela falta de qualidade do rival para finalizar.
Mesmo em casa, o Fortaleza adotou uma postura reativa e esperou o adversário em seu campo. A estratégia era clara: atrair o Corinthians e explorar a velocidade de seus atacantes. Em certa medida, é possível dizer ela que funcionou. O Timão tinha mais a bola, mas pouco fazia com ela. Pior, ainda dava brechas para contra-ataques, sobretudo no lado direito, onde Otero demorava a fazer a recomposição e Marllon teve atuação insegura.
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No início, Gabriel foi o responsável por afundar entre os zagueiros e ajudar na iniciação das jogadas. Percebendo que ele não conseguia quebrar linhas, Mancini mudou: recuou Cantillo, mais qualificado nos passes e lançamentos, e liberou o outro volante.
Mesmo assim, a evolução foi tímida. O Timão contava com jogadores que atrasavam as jogadas, seja com um toque a mais na bola, um domínio mal executado, um passe sem tanta força... Gabriel, Cantillo, Otero e Luan não davam fluidez ao jogo.
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Apesar de não ter feito por merecer a vitória, o Corinthians tem razão ao reclamar da atuação do árbitro Bráulio da Silva Machado. Pela sexta vez no Brasileirão, a equipe terminou o jogo sem os 11 jogadores. O cartão vermelho de Jô foi o 10º na temporada.
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Postado por
Vito D Agostino
-
3612 visitas - Fonte: Globo Esporte
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Epico é esse seu portugues
Mano ah defesa bo meu Corinthians me surpreendeu, so dava Cássio gil eh Fagner na defesa, nao tinha oh Marllon tbm jogo bem, fez dizarme mais não como oh Gil eh oh Fagner, oh outro lateral tbm jogou benzão Fabio Santos, oh ataque tbm... Bom é oh time jogou muito bem ontem em comparação doa últimos jogos mais esse foi épico