21/2/2019 08:27

Jô relembra tristeza de Gustagol e até agradece comparações com o ex-companheiro

Após uma primeira passagem apagada, Gustavo hoje vive uma grande fase no Corinthians, Autor de mais um gol da virada desta quarta pela Copa do Brasil, o atacante vem surpreendendo até o mais otimista dos torcedores. O momento é tão positivo que o técnico da equipe, Fabio Carille, chegou a dizer que o estilo do atacante é parecido com o de Jô, ídolo do Timão.



Em entrevista exclusiva à Gazeta Esportiva, Jô, que hoje atua no Nagoya Grampus, do Japão, não só aceitou as semelhanças como gostou da comparação com o antigo companheiro, mesmo com história muito maior no futebol mundial. Bem-humorado, o centroavante ainda se disse feliz pelo atacante com quem conviveu e viu a “tristeza” no Corinthians.



“Fico sempre feliz quando tem uma comparação. Às vezes não gostam da comparação, pois cada um tem seu estilo de jogo, mas ser lembrado é sempre bom…Eu, particularmente, estou muito feliz”, afirmou o “mestre” do camisa 19 durante um curto período, entre o final de 2016 e o começo de 2017, quando ambos treinaram juntos no CT Joaquim Grava.

“Estou muito feliz porque em 2016 eu pude ver a tristeza dele de não poder aproveitar as oportunidades. Mas mesmo assim treinava, ia, se dedicava. E as pessoas que trabalham desse jeito uma hora começam a colher os frutos, né? E ele já está colhendo desde o ano passado, sendo artilheiro do Brasil. Sabia que ia ter a oportunidade dele, ela chegou e ele está fazendo muito bem… Feliz por ele e agradeço também essas comparações, fico muito contente”, disse.

Jô falou também sobre as semelhanças que vê entre ele e Gustavo, e disse que o atual camisa 19 do Timão entendeu qual deve ser o espírito ao vestir a camisa alvinegra.

“O que está parecendo é a entrega, ele está disputando a maioria das jogadas, tanto por cima quanto por baixo. É entender o que é o Corinthians. O Corinthians é isso aí!”, avaliou o atleta, que disputou a Copa do Mundo de 2014 com a Seleção Brasileira.

“É você se entregar em campo, é voltar para marcar o volante. E ele se entrega. Eu fazia isso muito, ajudava meus companheiros. Porque eles confiavam em mim na hora de atacar, então eu precisava ajudar eles na hora de defender. Talvez na primeira passagem ele tenha deixado a desejar nesse aspecto. Porque ele sempre soube fazer gol, é um cara que tem presença de área. Mas faltava esse algo a mais”, completou.



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3615 visitas - Fonte: Gazeta Esportiva

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