10/1/2017 18:57

"Diferente dos outros garotos", diz técnico sobre a infância de Marlone

Adão Carreiro, policial militar apaixonado por futebol, desde cedo viu potencial no meia corintiano que nasceu em Augustinópolis

Quando saiu de Augustinópolis, aos 12 anos de idade, para tentar a vida de jogador na base do Vasco da Gama, Marlone até poderia ter a pretensão de se profissionalizar e jogar em um grande clube do futebol brasileiro, mas nunca imaginou que estaria vivendo o atual momento na carreira: passagens por gigantes do Brasil, entre os finalistas do Puskás e conhecer Diego Armando Maradona. Para o seu primeiro técnico, Adão Carreiro, desde sempre ficou claro que o tocantinense iria longe.

- Ele chegou com seis anos e começou a treinar, sempre se mostrou ser um menino diferente, mostrou ter uma diferença dos outros garotos da mesma faixa etária de idade - disse Adão Carreiro, primeiro treinador de Marlone ainda no interior do Tocantins.

A premiação, em que o meia concorria ao título de gol mais bonito, foi realizada na tarde desta segunda-feira (9) em Zurique, na Suiça. O tocantinense não trouxe o prêmio pois foi desbancado pelo jogador da Malásia, Mohd Faiz Subri, que venceu com um golaço de falta marcado no campeonato local.

Amigos, parentes e os moradores do pequeno município de Augustinópolis, com cerca de 17 mil habitantes, pararam em frente à uma televisão para acompanhar o anúncio.

- Por aqui o melhor que já vi jogar foi o Marlone. Outro igual a ele não tem aqui não - comentou Seu Raimundo, morador da cidade.

O gol marcado pelo meia do Corinthians contra o Cobresal, do Chile, pela Copa Libertadores da América em abril do ano passado ficou na segunda colocação na votação popular realizada no site oficial da Fifa com 22, 86% dos votos.

Os amigos e o pai de Marlone, Jaldo Saraiva, que acompanhavam na casa da família ficaram decepcionados com o resultado.

- Faz parte, eu acho que o mais importante é que o sonho que começou bem muito de longe foi até onde Deus achou que ele merecia. Agora é erguer a cabeça e tocar em frente - afirmou o pai de Marlone.

4443 visitas - Fonte: Globo Esporte

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Jose Leones     

duvido que o Roberto ladrão não vai vende!!!

Lul Guimas     

Só tão trazendo pro timão os jogadores que ninguém quer.Vende os melhorzinho e trás os caducos rifugados por qualquer time de série B.
Presidente canalha, incompetente e mafiosos. No Corinthians só tem mala.

Judson Dias     

vai curinthia

e craques

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